Justiça Federal bloqueia R$ 46,5 milhões de investigados por fraudes na Saúde

Decisão diz respeito à Operação Cupincha, deflagrada nesta quinta-feira em Cuiabá e Curitiba

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

A Justiça Federal mandou bloquear R$ 46,5 milhões de investigados na Operação Cupincha, deflagrada pela Polícia Federal em Cuiabá e Curitiba. Ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Célio Rodrigues da Silva teve R$ 2,1 milhões suspensos. Ele foi preso na operação.

A decisão é do juiz da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, Jefferson Schineider. A Operação investiga autoridades públicas e empresas privadas supostamente integrantes de uma organização criminosa, que desviada recursos de contratos emergenciais em saúde. 

O maior bloqueio foi autorizado nas contas do empresário Paulo Roberto de Souza Jamur, preso em Curitiba, no valor de R$ 4,1 milhões. As outras quantias vultuosas são de pessoas ligadas ao empresário. 

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A juiz autorizou ainda o bloqueio de R$ 3,6 milhões da advocacia Paulo Jamur Sociedade Individual e R$ 3,6 milhões de Miriam Flávia Jamur.  

Conforme a Polícia Federal, Paulo Roberto Jamur é sócio da empresa MedServ, contratada pela Secretaria de Saúde de Cuiabá, e ex-sócio do ex-secretário Célio Rodrigues da Silva. 

O juiz Schineider mandou bloquear dinheiro na conta de 21 pessoas físicas e jurídicas, mas ficaram de fora do sequestro as empresas Hipermed Serviços Médicos & Hospitalares S/A, Ultramed Serviços Médicos Hospitalares Ltda e Smallmed Serviços Médicos e Hospitalares Eireli. 

 Conforme reportagem do LIVRE, a Operação Cupincha, deflagrada nessa quinta-feira (28) pela Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão e sequestro de bens para rastrear os beneficiados do desvio de R$ 100 milhões pela organização criminosa. 

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