Servidores estaduais prometem protestar contra lei que altera previdência

Fórum Sindical já convocou servidores para reunião de emergência: “situação está péssima”, afirmou Oscarlino

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Os servidores públicos de Mato Grosso podem repetir, nas próximas semanas, as ações de protesto que tomaram conta da Assembleia Legislativa em janeiro deste ano.

O objetivo é adiar votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) da previdência, que deve chegar no parlamento nesta semana.

A convocação foi feita pelo representante do Fórum Sindical Oscarlino Alves, na tarde dessa segunda-feira (9), depois que deixou a reunião do Conselho do MT Prev.

Para o sindicalista, a proposta de mudança na aposentadoria dos servidores “traz grandes prejuízos à população”.

O texto aprovado por maioria do Conselho propõe aumento de 3% da contribuição dos servidores para a aposentadoria. O valor, que passa de 11% do salário para 14%, foi previsto na reforma do Governo Federal.

O Estado decidiu taxar também as aposentadorias acima de um salário mínimo, inclusive de quem já está na inatividade. A regra que vigora atualmente exige contribuição apenas daqueles que recebem acima do teto do INSS, de R$ 5,8 mil.

Outro ponto destacado pelo Fórum Sindical foi a redução dos valores destinados a áreas como Educação, Saúde e Segurança.

Segundo Oscarlino, o Governo deveria suprir os custos da aposentadoria dos demais Poderes, reduzindo os repasses.

Seriam necessários ao menos R$ 148 milhões para os Poderes começarem a contribuir com o mínimo exigido em lei para a previdência dos servidores (14%).

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