Mauro Mendes diz que Fávaro foi a melhor opção para a coligação

Pré-candidato escolheu partido com mais tempo de TV e mais estruturado no Estado

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

O pré-candidato a governador Mauro Mendes (DEM) diz que se sentiu desconfortável  por ter que escolher entre o deputado federal Adilton Sachetti e o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) como candidato a senador da sua chapa.

No entanto, considerou a opção por Fávaro a melhor decisão, do ponto de vista prático, porque reforça a aliança. A outra vaga de Senado está assegurada para o ex-senador Jayme Campos (DEM).

[featured_paragraph]“Não tomei essa decisão com nenhuma satisfação. Fiz contrariado, fiz com muita dor inclusive. Mas aprendi, ao longo da minha vida que, em determinado momento, você tem que tomar a decisão correta, que pode produzir o melhor resultado, e não apenas aquela que lhe conforta o coração”, disse Mendes ao LIVRE. [/featured_paragraph]

Ele revelou que, pessoalmente, preferia ter o deputado federal Adilton Sachetti (PRB) como candidato a senador do grupo. “Tenho muito respeito e admiração pelo Sachetti. Mas tomei a decisão que, para o projeto político que estamos inseridos, eu considerei melhor”, disse.

Com a escolha de Fávaro, Sachetti abandonou o projeto de Mendes e decidiu buscar uma vaga de candidato a senador na chapa de Wellington Fagundes (PR). Com a decisão dele, o PDT ameaçou também abandonar a coligação, e Mendes está tentando gerenciar a insatisfação dos líderes do partido, entre eles, Otaviano Pivetta, que ele quer ter como vice na chapa.

“Estamos de olho no que precisamos fazer para seguir em frente. Tive uma excelente conversa com Sachetti, continuamos amigos e nos respeitando, e cada um está buscando construir seu espaço dentro dos objetivos que estabeleceu. Ele está buscando construir outra alternativa que viabilize o projeto dele”, disse.

Mendes citou, entre os motivos que pesaram na escolha, o tempo de 50 segundos que o PSD tem no horário eleitoral gratuito do rádio e da TV e o tamanho do partido. “O PSD tem um número maior de prefeitos e capacidade de nos ajudar, não só no projeto eleitoral, mas também no enfrentamento dos problemas de Mato Grosso durante o governo”, justificou.

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