Jornalistas e advogadas lançam segunda edição do Anuário Jurídico de MT em novembro

Na publicação de 2021, o leitor poderá encontrar as decisões de maior impacto econômico, social, político e criminal no Estado, com números e análises dos principais protagonistas do Direito

 A produção da segunda edição do Anuário Jurídico de Mato Grosso já está a todo vapor. A publicação será lançada no mês de novembro. O anúncio foi feito pelas jornalistas e advogadas Débora Pinho e Antonielle Costa, ambas com experiência no jornalismo jurídico, nesta terça-feira (30).

“Desde o mês de janeiro já estávamos trabalhando no planejamento desta nova edição e este mês, que é especial para nós mulheres por conta do Dia Internacional da Mulher, decidimos dar a largada, iniciando pelas vendas dos anúncios publicitários”, destacou Débora.

Na segunda edição do Anuário Jurídico de MT, o leitor poderá encontrar as decisões de maior impacto econômico, social, político e criminal no Estado no último ano, com números e análises dos principais protagonistas do Direito.

A publicação mostrará como o mundo digital se consolidou na rotina de trabalho na comunidade jurídica. Também faz parte da revista a análise da advocacia privada sobre as decisões judiciais mais importantes por áreas, a atuação da advocacia pública, o ranking das empresas mais processadas e os temas que mais geram demandas no Poder Judiciário de Mato Grosso.

O Anuário trata também dos desafios do último ano e as perspectivas da advocacia privada e pública, da Justiça Estadual, Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Contas, entre outros assuntos.

1ª Edição

A primeira edição foi lançada em setembro do ano passado, com o apoio e patrocínio de diversas instituições públicas, empresas e os mais renomados escritórios de advocacia do Estado, repercutindo na imprensa regional e nacional.

A revista tem tiragem de 3 mil exemplares. É destinada a empresários, advogados públicos e privados, juízes, desembargadores, promotores, defensores públicos, diretores jurídicos de empresas, formadores de opinião, professores, estudantes, parlamentares, administradores públicos e privados de forma geral.

A publicação foi inspirada no “Anuário da Justiça”, produzido pela revista eletrônica Consultor Jurídico há mais de 10 anos.

(Da Assessoria)

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