Adolescente que planejava ataque a escola é ameaçado por facção criminosa

Segundo a mãe do estudante, ele tem recebido ligações e mensagens de pessoas que dizem que ele e os amigos vão ser mortos

Escola Arlete Maria da Silva, em Várzea Grande (Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

Um adolescente de 17 anos que fazia parte de um grupo de WhatsApp criado, supostamente, para planejar um ataque à Escola Estadual 13 de Maio, localizada em Sorriso (400 km de Cuiabá), passou a receber ameaças de pessoas que se dizem membros de uma facção criminosa. A afirmação é da mãe do adolescente, que registrou boletim de ocorrência na sexta-feira (5).

A mulher relatou que o adolescente tem recebido ligações e mensagens. Elas chegam por dois números diferentes e que quem entra em contato diz que o estudante será encontrado na própria escola.

Ainda de acordo com a mulher, mensagens de áudios diziam “vocês não são os bichos, não. Vocês vão morrer tudinho (sic)”, se referindo também aos outros jovens acusados de estarem planejando o suposto ataque.

Todos os membros do grupo intitulado “GP do massacre 13 de Maio” foram ouvidos na tarde de quinta-feira (4) pelo delegado André Ribeiro, que está investigando o caso. Segundo o delegado, os alunos contaram que o grupo já existia e que tudo não passou de uma brincadeira.

“Eles disseram que não executariam um massacre contra professores, funcionários e demais alunos. Todos falaram que estão arrependidos e pediram desculpas para a população”, contou Ribeiro.

O caso das ameaças por parte da suposta facção criminosa está sendo apurado pela Polícia Judiciária Civil.

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