Frases da Semana: Justiça sendo feita, greve na educação e a “saudade” de Blairo Maggi

Confira as frases que marcaram a semana entre as reportagem do LIVRE

Junto às frases da semana, figuram também os assuntos mais comentados pelos leitores do LIVRE.

Confira o conteúdo na íntegra, clicando nos links.

PROGRESSÃO DE PENA

 “A lei impera”: ex-marido que assassinou juíza dentro de Fórum ganha liberdade

Condenado em 2015 a 18 anos e cinco meses de prisão pelo assassinato da esposa, a juíza Glauciane Chaves de Melo, Evanderly de Oliveira Lima conseguiu, na terça-feira (25), a progressão da pena. Ele passou a cumprir a sentença no regime semiaberto. Colega da magistrada, o juiz Geraldo Fidelis, da Vara de Execuções Penais, desabafou.

FORA DA POLÍTICA

Maggi: “Não sinto falta ou saudade”

O ex-ministro da Agricultura e ex-senador Blairo Maggi (PP) não gostou das afirmações do site O Antagonista de que estaria tentando manter seu círculo de amizades políticas ao “dar festinhas” em sua casa, em Cuiabá. Por meio de nota, Maggi reafirmou estar de quarentena e garantiu: “não sinto falta ou saudade”.

GREVE NA EDUCAÇÃO

Emanuelzinho: falta diálogo

O deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB-MT) acredita que falta diálogo por parte do governo do Estado para colocar fim à greve dos professores, que se arrasta desde o dia 27 de maio. Ele diz que é preciso que os dois lados cedam para que um consenso possa ser alcançado.

5 PERGUNTAS PARA

Greve na Educação: “preciso ouvir mais de 30 alunos para achar um que queira ser professor”

Robson Pereira dos Santos é professor de Sociologia há mais de 15 anos e sempre trabalhou na rede pública estadual. Escolheu essa área por acreditar no poder da educação. O professor atua na Escola Estadual Rafael Rueda, localizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá, e que aderiu à greve que paralisou as atividades da educação pública de Mato Grosso desde o dia 27 de maio.

MORO E MBL

Kim Kataguiri diz que MBL continua a apoiar Sérgio Moro e a Lava Jato

Líder do Movimento Brasil Livre (MBL), o deputado federal Kim Kataguiri (DEM) não acredita que as conversas vazadas e atribuídas ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, mostrem condutas ilegais no andamento da Operação Lava Jato. Kim aproveitou para minimizar os ataques feitos pelo então juiz federal ao protesto realizado na frente da casa do ministro Teori Zavascki. Em conversa com o procurador Deltan Dallagnol, Moro teria chamado os membros do MBL de tontos.

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