Cidadão Cultura celebra aniversário com pocket shows no Metade Cheio

Dois anos do portal colaborativo reúne diversidade de estilos, movimentos e gerações de artistas para comemorar as mil publicações de conteúdo criativo, crítico e experimental

Ao completar dois anos de uma experiência colaborativa que marca a conjuntura efervescente de iniciativas digitais em Mato Grosso, o portal Cidadão Cultura celebra a difusão do conteúdo artístico, cultural, filosófico e político na próxima sexta-feira (13), no Metade Cheio. A data do aniversário reunirá diferentes estilos, movimentos e gerações de artistas que caminharam junto aos colaboradores nesta trajetória, a partir das 19h.

Na ocasião, Amauri Lobo, André Balbino, Jhon Douglas, Estela Ceregatti, Rapper Azul, Hendson Santana, Eduardo Ferreira, Fabrício Chabô e Caio Mattoso compartilham seus trabalhos autorais em pocket shows que visitam a diversidade de gêneros musicais de Mato Grosso, a partir das 19h, com entrada gratuita.

Representando as artes visuais, Henrique Santian expõe fotografias da série “O Corpo em uma experiência atemporal”, registro de performances no cerrado chapadense. O evento também contará com poesia, discotecagem e Giraldi, O Leiloeiro, personagem do multifacetado Caio Mattoso, que comanda um leilão de obras de arte com telas e livros.

Com um sistema de produção “colaborativa, crítica e criativa, livre e experimental”, como os próprios idealizadores do projeto definem, o Cidadão Cultura já coleciona mil publicações, 100 mil usuários e até 300 colaboradores no Estado e em diversas regiões do país e do mundo. Durantes os dois anos de existência, a iniciativa vem mapeando e difundindo a produção cultural no Estado de forma a explorar as múltiplas linguagens – intenção expressa em ações como a TV de Quintal, os roteiros culturais, além da reunião de crônicas, literaturas e artigos de opinião.

“O Cidadão Cultura é mais que um trabalho, é paixão na vida de todos os envolvidos. Só com muito amor pela coisa para se dedicar com tudo por aquilo que acreditamos e sonhamos. Escrever, filmar, montar, editar, pensar o processo, arregaçar as mangas sem patrão e meter a mão na massa. O pão que laboramos pela necessidade de expressar nossos sentimentos e ideias, compartilhando o que temos de melhor em nossa experiência de vida. Passar os olhos e ver que tudo isso está se concretizando a cada dia que passa e é também a janela onde projetamos sonhos e futuros imaginados”, escreveu o músico e comunicador Eduardo Ferreira, um dos pioneiros no projeto.

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