Volta às aulas: 24 Estados preparam retorno às escolas em agosto

Mato Grosso está na lista e secretário participa de encontrosnacionais para discutir medidas nesse sentido

Foto de Katerina Holmes no Pexels

Vinte e quatro Estados devem tomar as aulas presenciais em agosto. O assunto foi discutido em encontro conjunto dos conselhos nacionais de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretários de Educação (Consed), realizado nesta terça-feira (20), em Brasília.

“A maioria dos Estados, em torno de 24, vão retornar suas atividades até agosto, levando em consideração todos os protocolos já estabelecidos. Somente três manifestaram que não têm uma data prevista para retorno”, disse após a reunião o secretário de Educação de Mato Grosso, Alan Porto.

Em Mato Grosso, as aulas na forma do ensino híbrido estão previstas para ter início no dia 3 de agosto.

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Durante a reunião, técnicos do Conass expuseram dados como a média móvel de casos de covid-19 no país, números de contaminação, quadro de vacinação, novas variantes e ocupação dos leitos de UTI. Informações que embasaram a decisão dos secretários de Educação.

“Foi demonstrado que houve boa performance no número de profissionais da educação que foram vacinados no Brasil. Eles entendem que é o momento de retornar”, explica Porto.

No encontro ainda ficou estabelecido que o retorno ou não às atividades presenciais nas escolas terá que ser uma decisão local de cada Estado, dependendo da integração entre os setores de educação e saúde, assim como dos governos estaduais com os municipais.

Segundo Alan Porto, ainda haverá uma reunião do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) nos dias 12 e 13 de agosto, em São Paulo, para avaliação e uma espécie de “ponto de controle”.

Como a maioria dos Estados já deve ter o ensino retomado nesta data, será possível avaliar os pontos positivos e negativos da volta às aulas.

O que diz a Seduc?

De acordo com a Secretaria de Educação de Mato Grosso, em novembro, as escolas estaduais começaram a receber verba para ações de prevenção à disseminação da covid-19. O dinheiro era destinado à compra de todos os materiais necessários para os protocolos de biossegurança, como álcool em gel, máscaras, termômetros, lavatórios e materiais para sinalização das unidades.

Este ano, os recursos para as escolas foram reajustados de R$ 33 mil para R$ 100 mil, ou seja, um aumento de 47%. Além disso, todas as unidades tiveram capacitação e orientação para o enfrentamento à covid-19

A Pasta sustenta ainda que, em conjunto com a Secretaria de Estado de Saúde, elaborou todos os protocolos de volta segura; inseriu os profissionais da educação como grupo prioritário à vacinação; e que, em todos os municípios, os professores foram vacinados.

(Com Assessoria)

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