Partido de Savi, Democratas levanta bandeira pela extinção do foro privilegiado

Um país mais justo, é um país sem foro privilegiado, diz campanha publicitária da sigla

Partido do deputado estadual Mauro Savi, preso há quase 1 mês acusado de corrupção no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o Democratas levanta a bandeira pelo fim do foro privilegiado. “Um país mais justo, é um país sem foro privilegiado”, diz campanha publicitária da sigla.

Conforme publicação do presidente regional do partido em Mato Grosso, deputado federal Fabio Garcia, a bancada do Democratas na Câmara está unida para que foro por prerrogativa de função seja extinto.

“O deputado Efraim Filho (DEM/PB) acrescenta, inclusive, que pode ser recado para a sociedade. ‘O fim do foro por prerrogativa de função pode colaborar para o fim da impunidade e, consequentemente, para o fim da corrupção’”, cita Fabio Garcia no post feito em seu perfil no Instagram.

O parlamentar ainda finalizar com a frase: “É esse o Brasil que o Democratas quer”, seguida da hashtag #NovoDemocratas, numa alusão a nova roupagem que as lideranças do partido têm buscado apresentar.

Além de Savi, o correligionário e colega de parlamento Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa, também foi denunciado na mesma operação. Eles são acusados de envolvimento no esquema de corrupção instalado dentro do Detran e que resultou na deflagração das operações Bereré e Bônus, primeira e segunda fase, respectivamente.

No Estado, a legenda conta ainda com o deputado estadual Dilmar Dal´Bosco e com lideranças como Mauro Mendes, ex-prefeito de Cuiabá e possível candidato ao Governo nas eleições deste ano, bem como Jayme e Júlio Campos, irmãos que já comandaram o Governo de Mato Grosso e legislaram no Congresso Nacional.

O foro

Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) reduziu o foro privilegiado dos políticos que atuam nos legislativos federais e estaduais. Por unanimidade, os ministros decidiram que o foro por prerrogativa de função dado a deputados e senadores se aplica apenas a crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas.

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