Ministros não chegam a um entendimento e destino de Moro ainda é incerto

Com um empate no Supremo, julgamento sobre a imparcialidade de Moro à frente da Lava Jato foi novamente adiado

Foto: Isaac Amorim/MJSP

No fim da tarde dessa terça-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento que discute se o ex-juiz Sérgio Moro atuou com parcialidade em investigações e processos da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em meio a divergências de entendimento entre os ministros Gilmar Mendes e Edson Fachin, a Segunda Turma do STF não chegou a um desfecho para o caso.

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De acordo com a denúncia, Moro teria colaborado com os promotores da Lava Jato e até combinado estratégias para condenar o ex-presidente Lula. Dessa forma, o processo teria vícios de formalidade, o que anularia a maior parte da operação.

Até o momento, o julgamento sobre a suspeição de Moro está empatado em 2 a 2. Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram a favor da imparcialidade de Moro ainda no final de 2018, quando o julgamento foi interrompido por um pedido de vista de Gilmar Mendes.

Mendes e Ricardo Lewandowski foram os que votaram contra a conduta do ex-juiz.

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