Ministério da Saúde analisa implantar barreira sanitária na fronteira com a Bolívia

Barreira passaria por 28 cidades de Mato Grosso e serviria para conter a entrada da cepa andina do novo coronavírus

O Ministério da Saúde avalia a implantação de barreira sanitária de emergência na fronteira do Brasil – ao longo da divisa de Mato Grosso – com a Bolívia. O intuito é evitar a entrada da cepa andina do novo coronavírus no país. 

A medida é um dos assuntos a ser discutido pelo ministro Marcelo Queiroga com o governo estadual. O ministro deve visitar Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis nesta sexta-feira (9). 

A possibilidade de entrada da nova cepa já havia sido levantada pelo ministro Queiroga em reunião com os prefeitos de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, e de Várzea Grande, Kalil Baracat, no mês passado. 

Linha de fronteira

Queiroga disse que avaliava dar prioridade à imunização de pessoas nas cidades localizadas próximas a fronteiras brasileiras. Na época, a hipótese estava sendo mensurada para inclusão no Plano Nacional de Imunização (PNI). 

Ontem (8), o senador Wellington Fagundes (PL), relator da Comissão Especial Covid, disse que 28 cidades em Mato Grosso precisariam entrar na lista de prioridade para a imunização.

A situação de Mato Grosso do Sul também está sob estudo, dada a fronteira com o Paraguai. 

“São dois Estados com extensa faixa de fronteira. Só o meu Estado tem 720 quilômetros de faixa de fronteira seca, ou seja, as pessoas podem passar a pé”, disse o senador. 

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