Em situação de calamidade, Mauro decreta contenção de gastos

O estado de calamidade será usado para pressionar o governo federal a liberar recursos, como os cerca de R$ 500 milhões do FEX, e renegociar dívidas de empréstimos

(Foto: Ednilson Aguiar/O Livre)

O governador Mauro Mendes (DEM) baixou um decreto de contenção de gastos, em conjunto com o decreto de calamidade financeira a ser votado pela Assembleia Legislativa. O estado de calamidade será usado para pressionar o governo federal a liberar recursos, como os cerca de R$ 500 milhões do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX), e renegociar dívidas de empréstimos.

“Ontem em Brasília tentamos conseguir os recursos mas o ministro Paulo Guedes não foi claro se pode pagar, pois não está no orçamento”, relatou Mauro Mendes, em coletiva nesta quinta-feira (17). Diante da resposta, ele assinou o decreto de calamidade.

O governador descartou a possibilidade de atrasar repasses constitucionais aos outros Poderes, aos municípios e ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). No entanto ele admite furar a fila de pagamento das dívidas com fornecedores e inscritas em restos a pagar.

Mauro também refutou a possibilidade de que o estado de calamidade afaste investidores de Mato Grosso. “A análise de risco é feita com base em balanços objetivos e não em situações como essa. O problema financeiro é do governo,  não é da economia privada nem do Estado de Mato Grosso. Todos os municípios estão com salários em dia apenas o governo estadual está com atraso”, afirmou.

Questionário sobre a possível responsabilização do ex -governador Pedro Taques (PSDB) pela crise fiscal, Mauro desconversou. “Essa é uma opinião do ministro Paulo Guedes, de que quem contribuiu para aprofundar a crise deveria ser responsabilizado por isso”, disse.

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1 COMENTÁRIO

  1. QUANDO VAMOS INVESTIGAR OS R$20 BILHÕES EM FRAUDES DO GOVERNO TAQUES? Não se pode esquecer de apurar e recuperar todos os desvios e fraudes do desgoverno pedro taques da transformação do estado em caos e roubalheira, os quais juntos já SOMAM $20 BILHÕES. Só para lembrar aí vai a lista detalhada dos $20 bilhões: R$69 milhões em desvios na caravana da transformação; perdão de R$645 milhões em dívida da petrobrás; perdão de R$5 milhões de reais em dívidas da unimed cuiabá; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin e vários secretários com R$50 mil/mês por fora; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $230 milhões do fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juiza candidata para ferrar o silval e a familia dele. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados e estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos.

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