Em estado grave, recém-nascido aguarda cirurgia após parto de urgência; Defensoria tenta vaga

Prematuro, bebê foi diagnosticado com má-formação e precisa de cirurgia ao nascer. Hospital onde o parto foi feito, porém, não tem estrutura necessária

(Foto: Divulgação)

Um recém-nascido aguarda por uma cirurgia de emergência após a mãe entrar em trabalho de parto aos sete meses e meio de gestação, na quinta-feira (14). A família, que é de Tangará da Serra, foi transferida para Cáceres para o nascimento da criança.

O que torna o caso ainda mais grave, segundo a defensoria, é que a criança precisa passar por uma cirurgia para corrigir uma má-formação. Os médicos avaliam que o procedimento deve ocorrer o quanto antes.

O recém-nascido por diagnosticado com “onfalocele”, que se caracteriza pela presença de órgãos, como intestino, fígado ou baço, fora da cavidade abdominal e recobertos apenas por uma fina membrana.

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O parto foi realizado no Centro de Obstetrícia do Hospital São Luiz, em Cáceres (220 km de Cuiabá). A unidade, porém, não possui estrutura para a realização da cirurgia.

“O caso é extremamente urgente. Uma criança, um bebê morrer já é uma coisa horrível. Agora morrer porque não teve assistência médica é uma atrocidade”, cita a defensora pública Carolina Weitikiewic.

A instituição tentar transferir o recém-nascido e a mãe para hospitais em Cuiabá. Um deles é o Hospital Estadual Santa Casa. A entrada na unidade depende da regulação do SUS. Segundo a defensora, ainda não houve resposta.

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