Efeito quarentena: inflação sobe e compromete orçamento de famílias mais pobres

Desemprego combinado com o auxílio emergencial pode ter impulsionado a inflação para os mais pobres

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Ao que parece os efeitos colaterais das quarentenas impostas Brasil afora ainda estão bem longe do fim. Nessa sexta-feira (04), o instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), registrou alta de 0,95% na inflação.

A pesquisa mediu a inflação para as famílias que ganham até 2,5 salários-mínimos por mês acumula elevação de 4,85% no ano e de 5,82% nos últimos 12 meses. Dessa forma, os impactos negativos da inflação serão sentidos primeiro pelos mais pobres.

De outubro para novembro, seis das oito classes de despesa componentes do índice tiveram elevação nas taxas de variação. O setor de transportes passou de 0,29% para 0,90%, educação, leitura e recreação de 1,33% para 2,56%, saúde e cuidados pessoais de 0,05% para 0,23%, habitação de 0,28% para 0,39%, alimentação de 2,08% para 2,18% e despesas diversas com queda de 0,01% para alta de 0,11%.

Em outubro, o LIVRE noticiou o recorde do desemprego no Brasil, também devido as politicas de isolamento social. O desemprego combinado com o auxílio emergencial pode ter impulsionado a inflação.

Apesar da inflação, o IBGE divulgou ontem uma pesquista onde mostra um tímido crescimento no Produto Interno Bruto nacional (PIB). O indicador pode significar que a economia brasileira pode estar saindo da crise gerada pela pandemia e pelo isolamento social.

Com informações da Agência Brasil 

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