Dentista irregular tratava presos da cadeia de Tangará

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O Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT) fiscalizou e constatou problemas nas condições odontológicas do Centro de Detenção Provisória de Tangará da Serra. No relatório da vistoria foram citadas irregularidades relacionadas aos profissionais e à estrutura do local.

De acordo com o documento emitido pelo CRO-MT, a profissional que atuava como Auxiliar de Saúde Bucal estava com a inscrição desativada desde agosto de 2016; o que caracteriza exercício irregular da profissão. Já no que se refere às condições de estrutura, o Conselho constatou falta de manutenção estrutural até mesmo em itens básicos, como a cadeira odontológica.

“Também foi constatado que a geladeira que era utilizada para armazenar medicamentos foi retirada do local. O compressor está parado por falta de manutenção, assim como os medicamentos de consumo para exames simples está em falta. A situação encontrada não garante o bom desempenho da profissão, colocando em risco os pacientes e profissionais que ali se encontram”, alega o relatório.

O documento emitido pelo CRO-MT deixa claro que a apuração das condições de atendimento é competência da Vigilância Sanitária do estado ou município e que, neste caso, a responsabilidade do Conselho é fiscalizar a inscrição e regularidade dos profissionais da odontologia.

A vistoria foi realizada no dia 8 de janeiro a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). O parecer jurídico do conselho foi encaminhado ao MPE para as medidas cabíveis.

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