Sindicato pede prisão de prefeita de MT que pôs fim ao trabalho remoto

Entidade que representa servidores públicos de Várzea Grande diz que a prefeita Lucimar Campos descumpriu uma ordem da Justiça

(Foto:Ednilson Aguiar/ O Livre)

O Sindicato dos Servidores Públicos de Várzea Grande (Simvag) pediu à Justiça a prisão da prefeita Lucimar Campos (DEM). Ela é acusada de descumprir a regra de afastamento do trabalho presencial daqueles funcionários que fazem parte do grupo de risco ao contágio pelo novo coronavírus. 

O pedido foi protocolado na segunda-feira (26), na Segunda Vara de Fazenda Pública de Várzea Grande.

Conforme o sindicato, a Justiça já havia determinado que os servidores do grupo de risco, com 60 anos ou mais ou com alguma comorbidade, fossem liberados do trabalho presencial, mas a ordem não teria sido cumprida pela prefeita. 

A decisão partiu da mesma Vara Especializada no dia 16 deste mês. O juiz Wladys Freire do Amaral determinou que esses servidores fossem dispensados para trabalho remoto. Porém, no dia 22, a prefeita baixou o Decreto 64/2020 de convocação dos servidores para o retorno ao trabalho presencial. 

Simvag, então, protocolou um mandado de segurança coletivo pedindo a prisão de Lucimar Campos, com base no artigo 330 Código Penal sobre “desobediência à ordem legal do funcionário público”. 

O que diz a Prefeitura?

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Várzea Grande disse que a Procuradoria do Município já está analisando o caso e que um posicionamento será divulgado assim que houver uma decisão. 

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