Mendes anuncia a extinção ou fusão da MT Gás, Metamat, Desenvolve MT, MTI e Ceasa

Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre

O governador eleito Mauro Mendes (DEM) anunciou nesta terça-feira (11) a extinção ou fusão de pelo menos cinco empresas públicas de Mato Grosso: Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás), Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso (Desenvolve MT), Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e Central de Abastecimento do Estado de Mato Grosso (Ceasa)

“Ainda estamos concluindo a análise das 20 empresas públicas do Estado, mas essas, com certeza, ou não cumprem muito bem o seu papel ou podem ser incorporadas a outras, para promover o enxugamento dos quadros, tendo em vista a necessidade de economia”, declarou o democrata, ao chegar no Palácio Paiaguás, para entregar ao governador Pedro Taques (PSDB) o projeto de Lei da primeira etapa da reforma administrativa que pretende fazer.

Veja mais: Mauro entrega projeto de reforma administrativa para Taques enviar à AL

Nesta primeira etapa, segundo ele, está presente a extinção de nove secretarias, ao passo que a reforma administrativa que abrangerá as empresas públicas ficará para um segundo momento, previsto para ocorrer em janeiro. Além das já citadas, também podem ser extintas ou incorporadas a outas autarquias a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Agência de Desenvolvimento Metropolitano da Região do Vale do Rio Cuiabá (Agem).

Também nesta tarde, Mauro Mendes entregou a Taques a proposta de reorganização do Fethab. “Estamos propondo a fusão do Fethab 1 com o Fethab 2 para promover a melhoria da arrecadação. Isso implica em [taxar] setores como o do algodão, que está num momento muito bom e pode contribuir mais com Mato Grosso”, pontuou Mauro Mendes.

Com a unificação, o governador eleito estima um aumento de R$ 300 milhões na arrecadação já no próximo ano.

Mauro Mendes entregou as propostas para o atual chefe do Executivo, pois cabe a ele encaminhá-las à Assembleia Legislativa para aprovação. De acordo com o democrata, ele disse que no mais tardar até quinta-feira (13) se pronunciaria quanto ao encaminhamento, ou não, ao Legislativo.

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