Mãe e filho se reencontram após 22 anos separados

Os dois sonharam com o reencontro por anos e o momento foi de muita emoção

Foto: Polícia Civil

Foram 22 anos sem receber um abraço da mãe. As circunstâncias da vida levaram Ricardo Vieira da Silva a ser separado da mãe, Estevina Vieira da Silva, aos 14 anos, quando ela precisou mudar de cidade.

Um dia, no entanto, vendo uma reportagem na televisão, ele descobriu o trabalho da Polícia Civil em busca de desaparecidos e resolveu pedir ajuda para encontrar a mãe.

As investigações começaram imediatamente e, na checagens em sistemas, os policiais de Barra do Bugres (170 km de Cuiabá), onde Ricardo mora, descobriram que Estevina poderia estar vivendo em Cuiabá e pediram ajuda ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Os policiais descobriram o endereço da mãe e, na manhã dessa quarta-feira (8), trouxeram Ricardo de Barra do Bugres e o levaram à casa da dela, no Bairro Jardim Gramado, em Cuiabá.

O encontro foi assistido pelos policiais, que narraram uma grande emoção ao ver mãe e filho se abraçando novamente e chorando, enquanto trocavam palavras de saudades.

“Eu orei muito por esse momento e foi do jeito que eu sonhei, com meu filho entrando em minha casa e me dando um forte abraço. Foi um momento de muita felicidade em que prometemos que não vamos ficar nem um dia sem falar um com o outro. Sou muito grata pelo trabalho de vocês, que ajudaram esse encontro acontecer”, disse Estevina.

Para a escrivã-chefe do Núcleo e Pessoas Desaparecidas, Jannaína Paula Brito de Souza Silva, proporcionar encontros como estes é uma grande satisfação para os policiais que trabalham no setor.

“A Polícia Civil é um ambiente que lida com diversas situações complexas, grande parte delas que envolvem violência. Dentro das nossas atribuições, nós do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP temos a oportunidade de fazer um trabalho diferente, trazendo alegria e ajudando as famílias se reconectarem, sendo esses reencontros um bônus do nosso trabalho”, disse a policial.

(Com Assessoria)

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