Gilberto Lopes Filho: conheça os candidatos a prefeito de Cuiabá

Com passagem por vários órgãos públicos, candidato diz ver a oligarquia e a corrupção como os principais problemas dos governos

(Foto: O Livre)

Defensor da “nova política”, o administrador Gilberto Lopes Filho (Psol), 58 anos, diz que a crise de representatividade em evidência nos últimos anos no Brasil é um caminho para a superação da velha política. 

A “corrupção sistêmica” no setor público seria a principal característica dos gestores ligados aos partidos mais antigos. E Cuiabá seria um exemplo desse problema, que escoa dinheiro  público e mantém os serviços em situação precária. 

O principal problema de gestão de Cuiabá é a saúde pública. Cuiabá investe mais de R$ 1 bilhão por ano e não presta um serviço de qualidade à população. A corrupção sistêmica no setor é pública e notória. Precisamos fiscalizar a aplicação dos recursos e investir na transparência”, disse. 

Com longo histórico na vida pública, Gilberto Filho Lopes, candidato a prefeito de Cuiabá, se aproximou da política na juventude, com participação em movimentos estudantis na escola Polivalente, no bairro Dom Aquino, no Liceu Cuiabano, na região Centro-Norte de Capital. 

Formado em Administração pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e especializado em gestão pública, disse que as dificuldades dos serviços oferecidos pelo setor público são endêmicas e aparecem em toda a rede de assistência. 

Saúde estaria imbricada ao saneamento e a solução para uma área passaria necessariamente pela outra. O município seria o principal responsável pela administração desses serviços, que ele ressalta novamente, está travado pela corrupção. 

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O candidato do Psol vê a configuração da política brasileira sob a perspectiva da esquerda tradicional, para a qual a ideia o domínio do poder público por um grupo pequeno de pessoas – geralmente das mesmas famílias, classes econômicas e/ou partidos – seria o lado privado da corrupção. 

Seu partido e sua candidatura, associadas à nova política, seriam as alternativas para o cenário. 

“É a possibilidade de participar como cidadão honesto e combater a corrupção sistêmica, além de reforçar a perspectiva de que é possível ser gestor público e não roubar, livrando nossa cidade do domínio das oligarquias e ser uma opção real de mudança”, disse.  

Como membro da gestão pública, já passou por postos diversos como as antigas Sanemat e Sanecap, a Secretaria de Planejamento do Estado e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

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