Em busca de melhor rendimento no aprendizado? Conheça as cabines de estudo do Damásio

Para quem costuma estudar em média 9 horas por dia, uma cabine de estudos confortável e silenciosa pode ser a solução para os “concurseiros” saírem na frente

(Foto: Suellen Pessetto/ O Livre)

Locar uma cabine de estudos tem sido a saída para quem precisa de concentração e foco nos estudos sem que nada atrapalhe.

Pode parecer algo sem importância, mas um simples ruído de uma buzina, a TV ao fundo ligada, e até mesmo o rádio do vizinho que escuta uma música em volume moderado, podem por a perder horas de estudos de quem se dedica ao concurso público, ou qualquer outro curso e que precise de total concentração.

Foi a partir dessa dificuldade em achar ambientes favoráveis, que se espalhou pelo Brasil as salas com cabines individuais para estudo.

Em Cuiabá, a instituição de ensino Damásio – uma das mais conceituadas no Brasil para quem busca a carreira pública – trouxe em 2016 a ideia das cabines, mas foi em 2018 que o conceito caiu nas graças de aprendizes das mais diversas áreas.

“Concurseiros”, estudantes de medicina, MBA, vestibulandos e alunos de mestrado, que passam em média de 9h às 11 horas por dia imersos em livros e apostilas. “Ouço dos próprios alunos o quanto o foco nas salas com cabines é maior do que estudar em casa. O aconchego da cama, a geladeira cheia de guloseimas, a TV com a série preferida, enfim, tudo dentro do lar se torna um tentador convite para tirar o foco dos livros”, conta Adriana Rizzieri, gestora do Damásio Cuiabá.

São três salas com capacidade entre 11 a 28 alunos cada. O número de pessoas não impede a concentração de estudo, já que algumas normas devem ser seguidas, como manter o celular no silencioso, não atender ligações em sala, evitar bater portas e gavetas e emitir sons com objetos que roubam a concentração, como o simples clique da caneta, ou até mesmo as batidas do calçado no piso. Macetes para que o silêncio prevaleça são bem-vindos.

Alguns alunos adotam a “folha de E.V.A.”  – que funcionam como placas emborrachadas para mesa, ou pequenas toalhas para abafar o barulho dos objetos sob a escrivaninha de estudos. Para deixar a cabine mais intimista e aconchegante, alguns alunos “decorar’ seu pequeno espaço. deixando-o assim, mais divertido.

A maioria dos usuários das cabines passam praticamente o dia todo na instituição estudando horas a fio. E para que a rotina fique mais leve, o Damásio criou ambientes confortáveis para que os alunos tenham alguns minutos de relaxamento sem perder o foco.

Espaço para descompressão

(Foto: Suellen Pessetto/ O Livre)

Como o próprio nome já diz: aliviar a pressão. Nesse caso, das incontáveis horas de estudos. E tudo bem tirar uns minutinhos para fechar os olhos e recarregar as energias para as próximas jornadas de leitura. A sala com pouca luz é repleta de puffs gigantes e afastada das demais salas para maior privacidade.

Copa compartilhada

Como os próprios alunos costumam dizer: “concurseiro” que sai para guerra precisa no mínimo levar sua marmita. E assim acontece! O ambiente criado pelo Damásio mais se parece com uma cantina divertida e aconchegante. Além da geladeira, cafeteira, sanduicheira, micro-ondas e TV a cabo disponíveis para os alunos prepararem suas refeições, o espaço dispões de espreguiçadeiras e uma bancada tamanho família para acomodar a turma que se reúne e aproveita o momento da refeição para interagir e também tirar dúvidas das matérias. Afinal, todos ali compartilham do mesmo objetivo. O mural com frases motivacionais é o destaque desse ambiente.

Terraço

As horas de estudos são tão longas que os alunos perdem a noção do tempo. Saber se o sol já se pôs, se o clima mudou, ou se choveu, são informações que passam batidas por eles. “pesquisas já comprovaram que o cérebro absorve no máximo 2 horas de estudos ininterruptos. Após esse período, é importante dar uma pausa e relaxar” explica Adriana.

Para isso o espaço terraço foi pensado para que o aluno, mesmo que por alguns minutos, respire ao ar livre e volte para a cabine estimulado.

Durante encontro com parte dos alunos na cozinha compartilhada, alguns contaram sobre as dificuldades em ser um “concurseiro”, e do reflexo do estudo focado. “O problema maior são as distrações. O lar cobra da gente alguns afazeres, e também é convidativo para ver um filme, tirar um cochilo e tudo que tire o foco” comentou Willian Wander Ayres , que estuda 9 horas por dia de segunda a sábado no instituto Damásio.

Já para Renata Estrela – que pretende cargo na procuradoria do estado – a rotina é ainda mais complicada. Mãe de dois filhos de 5 e 8 anos, a “concurseira” se desdobra entre as apostilas e a atenção aos pequenos, e desabafa sobre as dificuldades na escolha da carreira pública “Já até tentei estudar em casa, mas o ambiente me rouba tempo a todo momento. Todos nós somos profissionais, já temos nosso diploma, mas fizemos a difícil escolha de sermos concurseiros e tentar um bom cargo público. Então vir aqui e se qualificar é um preparo emocional e de entrega que poucos reconhecem” desabafa emocionada.

Por fim todos compartilham da mesma ideia de que rendimento do estudo aplicado, consequentemente cria planejamento e tempo para outros afazeres, como lazer, vida pessoal, dedicação aos filhos e outras atividades extra cabine.  “Nos isolamos e abrimos mão de muitas coisas, como estar junto dos filhos e da família. O universo do concurso é imprevisível. Estudamos na intenção de chegarmos ao objetivo. Mas não é uma certeza, então toda ferramenta para alcançar o propósito é válida”, observou Lídia Maria, que busca a magistratura federal.

Para quem não pode alugar a cabine durante a semana, a instituição da a opção de aluguel apenas aos sábados. As cabines do Damásio ficam disponíveis de segunda a sexta das 7h às 22h, e aos sábados das 7h às 18h.

A instituição também conta com estacionamento privativo, segurança e monitoramento 24 horas. Mais informações pelo telefone (65) 3052-2188.

 

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