2021: Mais pessoas começaram a trabalhar em MT, mas com salário menor

Postos de trabalho aumentaram em 8,77%, enquanto os salários caíram até 10%, conforme o Novo Caged

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

O mercado de trabalho em Mato Grosso cresceu 8,7% em 2021. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (31) mostram a criação de 63.971 novos postos. 

Porém, o mercado encerrou dezembro no negativo. O resultado do acumulado do ano foi de 484.811 contratações e 421.020 demissões. Foi o melhor cenário no Centro-Oeste e o terceiro no país. 

A classificação é referente à maior diferença entre empregados e desempregados ao longo do ano e não o número de vagas. Acre cresceu 9,81%, com a criação de 8.117 novos postos de trabalho, e o Pará cresceu 9,42% ao criar 71.252 novas vagas. 

Apesar de mais empregados, o nível salarial em todas as áreas caiu. A redução foi maior no setor público, serviços e construção civil. O salário do servidor público ao longo do ano ficou 9,87% menor e fechou o ano na média de R$ 2.135,76. 

Os contratados para serviços negociaram salário 5,16% mais baixo (R$ 2.033,08), e os trabalhadores da construção civil, 4,70% (R$ 1.939,05). 

Dezembro 

No mês passado, Mato Grosso mais demitiu do que contratou. Conforme o Caged, houve 30.974 contratações e 38.525 demissões, restando saldo negativo de 7.551 postos a menos (0,95%). 

Construção civil, serviços e indústria em geral foram os setores que mais fecharam postos de trabalho. A soma dos três setores correspondeu a 90,8% do total de postos encerrados.

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