TJMT distribui kits com 5 litros de álcool e máscaras aos juízes

Os magistrados também receberam protetores faciais de acrílico e termômetro infravermelho

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

O desembargador  Carlos Alberto Alves da Rocha, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), distribuiu kits de proteção contra o coronavírus entre os magistrados do Estado. A medida beneficia os servidores, estagiários e juízes que estejam trabalhando de forma presencial.

No kit, os juízes receberam uma máscara de pano, protetor facial de acrílico (face shield), termômetro infravermelho para aferição de temperatura corporal, totem com dispensa de álcool em gel para higienização das mãos e recipientes com 500 ml e 5 litros de álcool em gel.

O uso de máscaras será obrigatório aos servidores do Poder Judiciário, assim como aos estagiários e magistrados. Cada um deverá receber duas máscaras de pano e utilizar durante todo o período de trabalho.

Luvas para processos

Já os oficiais de justiça deverão usar também luvas quando manusearem os processos físicos, ou quando estiverem em diligências no cumprimento de mandados.

“A pandemia que enfrentamos nos retirou do lugar comum, impondo-nos desafios nunca vistos ou, quando muito, aproximando-nos de cenários vistos somente nos livros de história. Uma das lições que podemos dela extrair, entretanto, é que depende do empenho de cada um o combate á doença, em especial com a observância das recomendações dos organismos de saúde”, enfatiza o presidente do TJ em ofício encaminhado aos magistrados junto com os kits.

Com a recomendações, o desembargador-presidente do TJ ainda recomendou que o uso dos materiais seja feito com parcimônia, já que a produção desses itens de proteção contra a covid-19 está prejudicada pela elevada demanda.

A previsão, é que o Poder Judiciário continue em teletrabalho até o dia 14 deste mês, conforme publicado na portaria 342 de 2020. Contudo, nova decisão pela manutenção da modalidade virtual pode ser publicada pela presidência do Tribunal de Justiça. Apesar disso, parte dos servidores e magistrados continuam atuando de forma presencial em muitas comarcas, em regime de plantão.

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