Rêmora segue na 7ª Vara

STF negou mandar caso para a Justiça Eleitoral

Ex-governador de MT, Pedro Taques e, ao fundo, seu advogado, Emmanuel Figueiredo (Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

As investigações relativas à Operação Rêmora, que desvendou um esquema de corrupção da Secretaria de Educação na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), permanecem na 7ª Vara Criminal de Cuiabá. A decisão foi da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que seguiu o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello.

O STF negou pedido do ex-governador Pedro Taques (PSDB) para reconhecer a conexão dos casos com crimes eleitorais. Dessa forma, a ação seria enviada da Justiça Comum para a Justiça Eleitoral.

O envio da ação para a Justiça Eleitoral é considerado uma manobra da defesa do ex-governador, para garantir uma pena mais branda, caso ele fosse condenado.

E essa vontade de Taques já tinha sido adiantada por seu advogado, Emmanuel Figueiredo, em julho deste ano.

No início daquele mês, Figueiredo tentou acompanhar uma audiência com os réus da Rêmora. Ele chegou a dizer que Pedro Taques avalia processar um dos delatores.

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