Quase metade dos brasileiros já perdeu alguém próximo para a covid-19

Apesar disso, pesquisa revelou que três em cada 10 já não segue mais nenhuma regra de biossegurança

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

Quase metade dos brasileiros (49,6%) já perdeu um parente ou um amigo para a covid-19. Foi o que revelou uma pesquisa digital feita com 1,7 mil brasileiros pela Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo – entre os dias 29 e 30 de março.

De acordo com o levantamento, só 9,3% dos entrevistados disseram não ter vivido nenhum caso de morte de pessoas próximas ou mesmo conhecer alguém que passou por essa situação.

O objetivo da pesquisa era saber quais os sentimentos que rodeiam a vida dos brasileiros passado um ano de pandemia. A preocupação foi o principal deles. Está presente na rotina de 78% dos entrevistados.

Quase 60% também disseram estar inseguros; 50% sente medo e 38% afirmaram estar exaustos.

Os maiores desgastes emocionais foram: o medo de alguém de casa ou da família ficar doente (80%) e a falta de ação do governo (58,6%) diante da crise sanitária.

Regras sanitárias

Apesar disso, 19% dos entrevistados disse que se sente incomodado por ter que usar máscara de proteção facial ao sair na rua. E três em cada 10 reconheceu que não está mais aplicando os principais protocolos de biossegurança.

“Outro dado surpreendente é que, mesmo insatisfeitas, lá em abril de 2020, 85% das pessoas recomendariam a amigos ficar em casa para conter a proliferação do vírus. Esse número caiu muito em 2021 e apenas 43% fariam essa recomendação“, completa Ligia Mello, sócia da Hibou.

Atividades econômicas

A pesquisa também abordou a opinião dos brasileiros sobre o fechamento das atividades econômicas nas últimas e próximas semanas.
Para quase 64% dos entrevistados, parques e praias deveriam permanecer fechados por mais uma semana. E esse foi o maior percentual nessa etapa da pesquisa.
Em segundo lugar apareceram as academias, com 49%.
Para 44% da população, as escolas também deveriam permanecer fechadas. E 39% acreditam que o mesmo deve ocorrer com bares. No caso dos shoppings, 32% acha que não devem continuar funcionando.
Quando o assunto são os supermercados, 49% das pessoas acham que é o único tipo de empresa que deveria receber autorização para funcionar normalmente. 

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