Plantio tardio: Aprosoja diz que age com transparência e “vê com estranheza” decisão

Justiça de MT determinou a destruição das lavouras cultivadas fora do período permitido no Estado

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) enviou nota, nesta terça-feira (31), afirmando que desde o início da pesquisa científica tem agido com transparência e “vê com estranheza” decisão da Justiça do Estado que determinou a destruição das lavouras de soja cultivadas fora do período permitido.

A decisão proferida nessa segunda-feira (30), determinou que a produção de soja experimental na fazenda Dacar, que pertence ao presidente da entidade, Antonio Galvan, seja destruída em até 72 horas, sob pena de multa diária de R$ 25 mil.

Além de Galvan, outros nove produtores associados à Aprosoja também terão que destruir as lavouras e receberam as mesmas sanções impostas ao presidente.

A entidade informou que buscará judicialmente o direito de assegurar aos produtores a continuidade da pesquisa e solicitará que as áreas semeadas em fevereiro passem por perícia ambiental. A intenção é comprovar que elas não oferecem risco sanitário.

Segundo Galvan, nas áreas cultivadas em sua propriedade foram utilizados somente fungicidas biológicos, “com multissítios e especialmente calda bordalesa, sem nenhuma aplicação de fungicidas químicos”.

Ele afirma que um dos objetivos do plantio em fevereiro é provar que é possível cultivar soja sem uso de fungicidas químicos, mas sem colocar em risco a eficiência dos mesmos.

Veja nota

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) informa que desde o início da pesquisa científica tem agido com transparência e vê com estranheza a decisão.

Por meio da assessoria jurídica, a entidade irá buscar judicialmente o direito de assegurar aos produtores a continuidade da pesquisa, bem como solicitar que as áreas semeadas em fevereiro passem por perícia ambiental, para comprovar que elas não oferecem riscos sanitários.

Em especial o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, reforça que nas áreas plantadas em sua propriedade, foram utilizados somente fungicidas biológicos, com multissítios e especialmente calda bordalesa, sem nenhuma aplicação de fungicidas químicos. Galvan reforça ainda que um dos objetivos é provar que é possível cultivar soja sem uso de fungicidas químicos, mas sem colocar em risco a eficiência dos mesmos.

Vale ressaltar que ainda em fevereiro, a Associação acionou o Poder Judiciário para que fosse dado o direito da realização da pesquisa científica, que haviam sido autorizados em acordo extrajudicial junto com o Estado de Mato Grosso, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A Aprosoja Mato Grosso reforça ainda que representa mais de 6 mil produtores de soja do Estado e que as ações da entidade são oriundas de solicitações dos associados, inclusive com autorização em assembleia geral. E que o presidente é principal instrumento para operacionalizar o pleito dos sojicultores de Mato Grosso.

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