MT segue líder na produção de grãos e tem quase 30% do que é produzido no país

Estimativa da Conab prevê que o Estado produza 73,79 milhões de toneladas de grãos. O segundo colocado, Paraná, deve produzir 39,6 milhões de toneladas

Hegemonia nacional na produção agrícola. Mato Grosso desponta como o maior produtor de grãos do país. Em nova estimativa, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê que o Estado deve produzir 30% de toda a safra do brasileira.

No país, a produção deve girar em torno de 251,4 milhões de toneladas na safra 2019/2020. Já em Mato Grosso, a previsão é de 73,79 milhões de toneladas.

Os números colocam o Estado muito à frente do segundo colocado, o Paraná, que deve produzir 39,6 milhões de toneladas.

A estimativa também traz outras boas notícias. A expectativa é de crescimento em relação a safra 2018/19. Ao todo, a produção deve aumentar em 3,9%, ou seja, 9,3 milhões de toneladas a mais. Um novo recorde, segundo a Conab.

(Foto: Reprodução)

A soja, um dos principais produtos do Estado, tem influência no aumento. A produção é estimada em 120,9 milhões de toneladas. Aumento de 5,1% se comparada à safra anterior. Novo recorde.

Essa foi a terceira maior produtividade média registrada no país. Os destaques estão em Mato Grosso, Paraná, Goiás, São Paulo, Tocantins, Maranhão, Rondônia e Distrito Federal.

A colheita do grão está quase 100% concluída.

Outros destaques

O milho também deve ter produção recorde. Ao todo, devem ser produzidas 100,6 milhões de toneladas.

Divulgação Mapa

Considerando a primeira, segunda e terceira safras, na temporada 2019/20, a área plantada com o cultura deverá ser de 18,4 milhões hectares. Os produtores seguem na colheita da segunda safra.

Já o algodão, outro destaque, deve ter produção estimada em 2,89 milhões de toneladas de pluma, 4% superior à safra passada. As condições climáticas, segundo a Conab, vêm favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras.

No Estado, a colheita já iniciou e contabiliza 2,7% até o encerramento de junho. A tendência é que o ritmo dos trabalhos ganhe força a partir da segunda quinzena de julho.

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