Mato Grosso recebe palestra sobre performance do algodão TMG

A Tropical Melhoramento e Genética (TMG) é uma das primeiras no cenário da cotonicultura no país

Foto: Assessoria

Quatro estados brasileiros recebem até o dia 6 de setembro o evento + Performance Algodão TMG, da empresa brasileira Tropical Melhoramento e Genética. Ao todo, oito municípios de grandes regiões produtoras de algodão da Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais estão recebendo palestrantes para ouvir e debater sobre biotecnologia, genética e performance das cultivares TMG no campo, as possibilidades de manejo e informações sobre o clima para a nova safra já próxima.

A rodada teve início nesta terça-feira (20) em Luís Eduardo Magalhães (BA). Ontem (21) ocorreu em Patos de Minas (MG), nesta quinta-feira (22) segue para Chapadão do Sul (MS) e na sexta-feira (23) chega a Primavera do Leste (MT). As cidades de Sapezal, Campo Novo do Parecis, Lucas do Rio Verde e Sorriso, no Mato Grosso, estão na segunda etapa do evento, a partir do dia 3 de setembro.

Há várias safras o algodão TMG protagoniza um cenário de evolução e consolidação, em razão dos resultados a campo que mostram o alto potencial produtivo e a excelente qualidade de fibra, de padrão internacional, das variedades.

De acordo com a pesquisa Kleffmann AMIS 2019, o algodão TMG continua presente em mais de 1/3 de toda a área com a cultura no Brasil e duas entre as três cultivares mais plantadas na safra de algodão 2018/19 são TMG – TMG 44B2RF e TMG 81WS. Ainda, dados internos mostram crescimento de 48% em volume comercializado das sementes de algodão da marca.

São justamente esses diferenciais que os participantes conhecem nos eventos, assim como os trabalhos do melhoramento genético da TMG, com foco na alta produtividade de fibra, resistência e tolerância as doenças e pragas e lançamento de novas biotecnologias, e também as características e posicionamento das cinco cultivares do portfólio, que traz o lançamento TMG 61RF.

A variedade se diferencia por apresentar em torno de 48% de rendimento de fibra, enquanto que no mercado o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%. “Tanto em ensaios internos, como externos de áreas comerciais, a variedade apresenta altíssimo rendimento, o que faz dela uma cultivar de excelente potencial produtivo de pluma”, explica Renan dos Santos, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Em mais uma safra, a TMG 44B2RF é destaque de alta produtividade e de excelência de fibra em todo o cerrado, principalmente Mato Grosso, Bahia e Mato Grosso do Sul, o que significa incremento no ágio aos produtores em razão da qualidade de fibra. Essa característica também é observada na TMG 47B2RF, que está na quarta safra comercial e, em mais um ciclo, vem entregando excelentes produtividades.

A TMG 81WS é destaque na rusticidade e uma das melhores variedades do mercado para áreas de média fertilidade, além de ser tolerante ao nematoide das galhas e apresentar alto desempenho nos resultados de produtividade. Nos últimos anos, já alcançou [email protected]/ha e [email protected]/ha, na Bahia, assim como [email protected]/ha no Mato Grosso e [email protected]/ha no Mato Grosso do Sul, entre outros.

Como opção para refúgio, além do lançamento TMG 61RF, desde a safra passada está disponível a TMG 62RF, cultivar de bom arranque e rápida definição do potencial produtivo, com a tecnologia RR Flex, que confere resistência ao herbicida glifosato em todas as fases de desenvolvimento da cultura.

“A TMG 62RF permite a manutenção da tecnologia Bollgard II, inclusive das cultivares TMG 44B2RF e TMG 47B2RF”, exemplifica João Francisco Menezes, supervisor de Desenvolvimento de Mercado.

Previsão climática

O agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, é o convidado do +Performance para informar como será o clima da próxima safra de soja no cerrado e nas regiões específicas do evento. Em linhas gerais, ele explica que será um ano de neutralidade climática, sem a presença dos fenômenos El Niño e La Niña. O regime de chuvas chega mais tarde no cerrado e, com isso, o plantio deverá ser estabelecido mais tarde também, semelhante ao que ocorreu na safra de 2017.

Entre o final de outubro e início de novembro as chuvas começam a se regularizar, fornecendo a condição normal para o desenvolvimento da soja. Marco Antônio destaca, porém, que isso não impede que ocorra na região Matopi (Maranhão, Tocantins e Piauí) períodos de estiagem. “Será um ano relativamente bom, mas não excepcional, ou seja, não teremos grandes recordes, mas também não haverá quebras”, define.

Soja TMG

Pensando nos produtores rurais que ainda estão fazendo o planejamento da próxima safra de soja, a TMG leva para o + Performance as indicações de seu portfólio para as regiões, com cultivares de soja de alto desempenho que se encaixam em plantio antecipado para quem opta pela segunda safra de algodão, e também para plantios mais tardios visando uma segunda safra de milho. As variedades possuem volume comercial disponível e os interessados podem entrar em contato com o time técnico e comercial da empresa. No endereço www.tmg.agr.br há os contatos da equipe.

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