Guerra comercial entre EUA e China beneficia exportação do algodão mato-grossense

Cabo de guerra entre os dois países se intensificou e mercado pode se voltar para produto brasileiro

Agravos na situação comercial entre os Estados Unidos e China podem contribuir para a ampliação do mercado brasileiro do algodão. O cabo de guerra protagonizado entre os dois países deve forçar os chineses a destinar grande parte da sua demanda ao produto brasileiro, em detrimento do norte-americano.

Essa disputa já ocorre há mais de um ano e, na semana passada, mais uma vez, as duas potências aumentaram as tensões, devido aos anúncios dos dois governos de um possível aumento nas taxações sobre os produtos importados de ambos os lados.

O presidente americano, Donald Trump, afirmou que vai subir as tarifas sobre as importações chinesas em mais 15%. Do outro lado, os chineses também declararam que vão reagir com mais impostos sobre os produtos norte-americanos.

“Com isso, a pluma de algodão norte-americana foi diretamente afetada, uma vez que os chineses pretendem, já no início de junho, taxar em 25% a fibra importada. O que acabou impactando a cotação da pluma na bolsa de Nova Iorque, que caiu 7,15% em relação à semana anterior”, informa o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

“Caso este cenário de represália se concretize nos próximos meses, a pluma brasileira tende a ser beneficiada”, finaliza o Instituto, cuja avaliação é que isso vem refletindo no mercado internacional e influenciando as cotações da pluma de algodão no mundo.

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