Doria vem a Cuiabá em busca de apoio e se posiciona como uma opção “mediadora”

Prévias do PSDB acontecem no dia 21 de novembro e governador de São Paulo está trabalhando para sair do encontro como candidato à presidência pelo partido

(Foto: Reprodução/Luis Blanco/Assessoria de Imprensa)

O governador de São Paulo, João Doria, presidenciável pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), defendeu a necessidade de equilíbrio na condução do país e se auto elegeu como uma alternativa conciliadora entre a “Esquerda” e a “Direta”. Em sua passagem por Cuiabá, nessa sexta-feira (24), ele disse que os brasileiros reprovaram, após testes , os três últimos governos – Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Jair Bolsonaro (Sem partido).

Conforme o discurso de Doria,  as gestões do PT e de Bolsonaro são exemplos de “corrupção da classe política” e “inoperância” dos setores sociais, respectivamente.

“O Brasil tem investir no centro, o centro é capaz de agregar tanto o que estão à direita quanto os que estão à esquerda e longe dos extremismos. O Brasil não pode mais gerar conflitos. Temos que gerar emprego, fazer que o Sistema Único de Saúde (SUS) realmente funcione para os mais vulneráveis e reinserir o Brasil no contexto internacional. Hoje, o Brasil está isolado”, afirmou. 

Doria concedeu entrevista coletiva aos jornalistas mato-grossense após cumprir uma agenda de eventos com os filiados do PSDB.  Ele está em busca de apoio já que nas prévias do partido, marcadas para 21 de novembro, ele terá 3 concorrentes, que também pleiteiam ser o candidato do PSDB em 2022 – o governador pelo Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-senador Arthur Virgílio (AM).

Vacinação e relações internacionais

Durante a entrevista, Doria ainda criticou a falta de diálogo do Brasil com países do Mercosul, União Europeia e a escolha pelo “lado errado” na política dos Estados Unidos, o apoio ao ex-presidente Donald Trump. 

No cenário interno, ele exaltou a decisão de São Paulo de iniciar a vacinação contra a covid-19 em janeiro de 2020 – “o Ministério da Saúde não tinha pressa em iniciar a vacinação”, argumentou enquanto justificava que a campanha das vacinas será um dos motes de sua campanha se for escolhido para concorrência à Presidência. 

“O governo federal depende hoje do Congresso para decidir até o que vai fazer com o orçamento. É o presidente da Câmara Federal quem decide quanto vai para a saúde, para a educação. O Executivo é escolhido pelo voto direto do povo e precisar gerir o pais”, disse. 

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