Corpo de bancária é trazido do Rio e velório será nesta terça-feira

Lilian Calixto, gerente do banco Bradesco, em Cuiabá, morreu no Rio de Janeiro depois de complicações após uma cirurgia

Foto: Arquivo Pessoal

O corpo da bancária Lilian Calixo, de 46 anos, que morreu no Rio de Janeiro no último domingo (15), depois de se submeter a um procedimento estético de implante de silicone nos glúteos, será trazido para Cuiabá na manhã desta terça-feira (17). O velório já foi marcado pela família.

De acordo com amigos de Lilian, o corpo da bancária será velado a partir das 14h, na sala Roseiras, da Capela Jardins, em Cuiabá. A família, no entanto, ainda não teria decidido se o enterro também acontecerá nesta terça-feira ou na manhã de quarta (18).

Nas redes sociais, a cunhada de Lilian, Shirlei Jamberce, fez um desabafo após o caso da bancária. Ela escreveu:

[featured_paragraph]“Amigos, não sou desse tipo de manifestação, mas gostaria de compartilhar para o máximo de pessoas, pois no Instagram desse que ‘se diz’ responsável, vi vários amigos meus que são seus seguidores. Aos meus amigos que a conheceram, eu a tinha como uma pessoa muito querida, e sabem do que eu estou falando. Minha cunhada Lilian Calixto foi vítima desse ser desumano, hoje foragido pela polícia, e meu irmão e minha sobrinha sofrendo as dores dessa grande perda. Estou com o coração partido e com ódio de pessoas irresponsáveis […]”.[/featured_paragraph]

O caso
Lilian viajou de Cuiabá para o Rio na última sexta-feira (14), para realizar a aplicação de polimetil-metacrilato (PMMA), um procedimento estético de implante de silicone no bumbum. A cirurgia foi realizada na cobertura de um prédio na Barra da Tijuca, apartamento do médico Denis Furtado, de 45 anos.

Após a cirurgia, ela precisou ser encaminhada para um hospital particular, onde médicos identificaram taquicardia, sudorese intensa e hipotensão. Na unidade, o quadro clínico se agravou rapidamente e Lilian acabou sofrendo quatro paradas cardíacas, vindo a morrer uma hora depois.

Diante do caso, os médicos acionaram a Polícia, que fizeram buscas no apartamento do médico. Um mandado de prisão preventiva foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro, mas Denis não foi localizado. Ele é considerado foragido, assim como sua mãe, que também é médica – porém com CRM suspenso pelo Conselho de Medicina do Rio. Ela é suspeita de ter participado da cirurgia. A namorada de Denis, que é técnica de enfermagem, e uma outra profissional que também atuaram no procedimento de Lilian já foram presas.

O caso é investigado pela 16ª Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca.

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