Comunidade haitiana se une para ajudar conterrâneos que perderam tudo em incêndio

Incêndio que pode ter sido causado por curto circuito consumiu móveis, roupas e documentos

Há uma semana haitianos que moravam nas quitinetes Maranata, no Parque Cuiabá, vêm tentando superar os danos causados por um incêndio que destruiu móveis, eletrodomésticos, roupas e documentos. Há suspeitas de que um curto circuito tenha causado o acidente que atingiu portas, telhados e paredes das casas.

Sabendo do ocorrido, representantes da comunidade haitiana em Cuiabá, se mobilizam para ajudar os conterrâneos que viviam na região do Coxipó. Segundo os presidente Associação de Defesa dos Haitianos Imigrantes e Migrantes em Mato Grosso, Clercius Monestine, eles estão desabrigados e momentaneamente tem sido hospedados por amigos e familiares que também vivem na cidade.

Na companhia do membro da Organização de Suporte das Atividades dos Migrantes no Brasil (Osamb), Jacques Duckson, Clercius visitou as famílias para fazer um levantamento dos itens que foram perdidos, em uma tentativa de ajudá-los. Sendo assim, deram início a uma campanha pelas redes sociais, que circula, em grande parte, pelo aplicativo WhatsApp.

“A sorte foi que eles estavam fora de casa, no trabalho, ou procurando trabalho. Quatro quitinetes foram destruídas e ao todo nove pessoas perderam seus bens no incêndio. Agora, estamos nos empenhando para ajudá-los”. Há também um bebê de um mês em uma das famílias desabrigadas.

Quem puder ajudar, pode contatar Clercius pelo telefone (65) 99306 9588 ou Duckson, no (65) 98165 6430. Quem puder colaborar com ajuda financeira, pode realizar depósito ou transferência bancária em conta do Branco do Brasil, agência 2960-2, poupança 24390-6 (variação 51).

As duas instituições estão recolhendo:

– roupas masculinas e femininas

– calçados masculinos e femininos

– roupas de bebê, fraldas, leite e berço (1 mês de vida)

– móveis

– fogões

– geladeiras

– camas

– eletrodomésticos em geral

– recurso financeiro para retirada da segunda via dos documentos de estrangeiros (em torno de 600 reais cada)

– alimentos

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