Bebê com leucemia e síndrome de down precisa de doação de sangue e plaquetas

Luiza está internada no Hospital do Câncer e precisa de doações de sangue O+ O- A+ e A -, que podem ser feitas na Santa Casa de Cuiabá

Foto: Arquivo pessoal

Há três anos a fisioterapeuta Raquel Cimi, atualmente com 37 anos, descobriu que sua segunda gravidez era gemelar. Havia uma dificuldade, porém, uma das bebês crescia saudável e a outra apresentava alguma síndrome.

O exame para descobrir que síndrome era, no entanto, era invasivo e a mãe optou por só saber o que a filha teria na hora do parto. Foi uma gravidez difícil, mas quando as pequenas Luiza e Lívia nasceram, em Cuiabá, veio a paz e a alegria de saber que ambas sobreviveram.

Luiza nasceu com síndrome de down, condição genética caracterizada pela trissomia do cromossomo 21, popularmente conhecido como cromossomo do amor, pelo carinho a mais de seus portadores.

Atualmente a família mora em Sorriso (400 km de Cuiabá). Há cerca de 30 dias, porém, a pequena Luiza começou a apresentar inchaço no abdômen, que passou a preocupar a mãe.

Luiza realizou uma ultrassom de abdômen total e foi diagnosticada com um aumento no fígado e no baço.

A mãe ficou atenta e na última sexta-feira (20), feriado de Consciência Negra, Raquel percebeu que Luiza estava com manchinhas roxas, pequenas pintinhas de sangue, pelo corpo.

“Meu marido levou ela no Hospital 13 de Maio para fazer exames de sangue. Pedi para ele passar os sintomas dela. E lá ela ficou”, contou a mãe.

A bebê estava com as plaquetas muito baixas, 14 mil, sendo que o normal é 150 mil. Além disso, os exames deram todos alterados: ela apresentou anemia e imunidade baixa.

Já internada, Luiza precisou receber plaquetas com urgência e a família foi buscar em Sinop (500 km de Cuiabá), visto que não conseguiram que fosse levada até o hospital em Sorriso.

Rapidamente, a família conseguiu uma vaga no Hospital de Câncer em Cuiabá e Luiza foi transferida para a Capital na madrugada do domingo (22) para a segunda-feira (23), onde realizou uma punção da medula.

Na terça-feira (24) a família foi informada de que a pequena estava com leucemia e, na manhã desta quinta-feira (26), que é LLA tipo B. Agora, a mamãe Raquel espera que Luíza já comece a quimioterapia.

Doações

Quando recebeu a bolsa de plaquetas em Sorriso, a contagem de Luiza foi de 14 mil para 33 mil. Mas ao realizar o exame em Cuiabá, já havia caído para 13 mil.

Dessa forma, ela segue precisando fazer transfusões e, para isso, a família e os amigos começaram uma campanha para ajudar na arrecadação de doações.

Luiza precisa de doações de sangue e de plaquetas. Sendo que o sangue precisa ser A+ A- O+ ou O-.

Para doar, é necessário procurar a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, localizada em frente à praça do Seminário, no Bairro Bandeirantes, em Cuiabá, e falar que a doação é em nome de Luiza Wurzius.

“Ela está bem baqueadinha, mas vai dar tudo certo, ela vai ficar bem, se Deus quiser. Eu nem sei como agradecer toda essa ajuda, toda essa repercussão que está acontecendo em prol da Luíza. Ela é muito amada e se Deus quiser vai dar tudo certo e ele há de querer”, disse a mãe da pequena Luiza.

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