Atleta de hipismo de MT que sofreu AVC tem rápida recuperação após um ano do incidente

Maria Clara passou por cirurgia e ficou 48 dias em coma. Agora, se prepara para retomar os estudos.

(Foto: Acervo pessoal)

A atleta de hipismo Maria Clara de Magalhães Buzelle, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) há um ano, fez aniversário esta semana. No dia 26, completou 16 anos e a data foi marcada por emoção e agradecimento.

A comemoração foi pela recuperação que vem conquistando nos últimos 12 meses,  conseguido retomar, gradativamente, as principais funções motoras, quanto por mais um ano de vida.

Maria Clara é amazona e teve o AVC durante um treinamento no dia 15 de outubro de 2020. Naquele mês representaria Mato Grosso no Campeonato Brasileiro de Hipismo, na cidade de Franca, interior de São Paulo, porém dias antes passou mal durante o treino, com fortes dores de cabeça.

Após o incidente, ela precisou fazer uma cirurgia de emergência ainda no estado de São Paulo e ficou 48 dias em coma.

A mãe de Maria Clara, a servidora pública Alairce Pereira de Magalhães, revela que a adolescente está se recuperando bem, mesmo que ainda tenha dificuldades para andar sozinha. Isso ocorre porque o acidente vascular atingiu uma parte do cerebelo que é responsável pelo equilíbrio.

Com a recuperação, Maria Clara já consegue vestir roupas, comer sozinha, e inclusive, trocar mensagens com os amigos e colegas pelas redes sociais.

“Tem um ano que Maria Clara renasceu! Ela está tendo uma evolução muito boa, pelo grau de gravidade do problema dela, a evolução está sendo rápida. Inclusive o médico dela que fez a cirurgia em Franca (SP), onde ocorreu o acidente, fica encantado com a rápida recuperação da jovem”, conta a mãe.

Planos de retomada

Atualmente a adolescente está fora da escola, porém Alairce conta que ela e o pai da Maria Clara iniciam no próximo mês a busca por uma unidade que tenha acessibilidade para que a jovem, que necessita de cadeira de rodas, possa retomar os estudos.

“Mês que vem vamos começar a buscar uma escola pela questão da acessibilidade para ela, porque infelizmente em Cuiabá, não têm muita acessibilidade e precisamos nos preocupar com isso agora, não apenas na sala de aula, como também na questão do banheiro”, justifica a servidora fazendária.

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(Com assessoria)

 

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