“Apareceu um doador!” Papai Noel se emociona com notícia de menina com leucemia

O vídeo de Duda já atingiu mais de 300 mil views e fez uma legião de internautas se emocionarem

Ansiosa para contar uma novidade ao Papai Noel, a cuiabana Maria Eduarda Sandoval, de oito anos, não imaginava que o vídeo gravado quando ela contava ter encontrado um doador de medula seria repostado por milhares de internautas, que se emocionaram, assim como o bom velhinho, quando recebeu a boa notícia.

O vídeo, gravado no natal de 2018, tomou grande proporção essa semana, quando vários artistas e o perfil no Instagram “Razões para Acreditar” repostaram a comovente cena.

Duda frequentava todos os dias um shopping em Barretos – cidade onde fez o tratamento contra a leucemia linfoblástica aguda – com a mãe Ritieli para ver o Papai Noel. E seu pedido de natal era sempre o mesmo: encontrar um doador de medula óssea.

Eis que um doador surgiu e a pequena não pensou duas vezes para contar a novidade ao amigo de barba branca.

Já nos braços do Papai Noel, a menina não se conteve: “Papai Noel, você não vai acreditar! Apareceu um doador”.

A frase foi o suficiente para Hélcio Júnior – que encarna todos os anos o bom velhinho – ir às lágrimas. Da confidência de Duda, nasceu a amizade e agora os dois estão sempre em contato.

https://www.instagram.com/p/B5YNTyhAXib/?utm_source=ig_web_copy_link

“Fiz esse vídeo no ano passado, mas só agora ele está rodando a internet. Tanto que vários artistas já me mandaram mensagem e repostaram a Dudinha com o Papai Noel”, disse a mãe, que não imaginava que mais de 300 mil internautas iriam se emocionar com a gravação.

O transplante de medula foi realizado a nove meses, no Hospital Israelita Albert Einstein, e Duda e a mãe retornam para Cuiabá no próximo dia cinco de dezembro, já para passarem o natal em família.

“Foi como nascer de novo junto com minha filha. Agora vamos voltar para casa e ela será uma criança feliz e saudável”.

A garotinha, que conviveu com o câncer por quatro anos, já recebeu alta e deve voltar a estudar e levar uma vida normal, mas ainda precisa de vacinas e remédios que o estado não dispõe.

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