|terça, 22 maio 2018

    Wilson defende que candidatos do PSDB se subordinem a projeto de reeleger Taques

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    Ednilson Aguiar/O Livre

    sec. de Cidade Wilson Santos

    Wilson Santos anunciou intenção de disputar a reeleição para deputado estadual 

    O secretário de Cidades de Mato Grosso, Wilson Santos (PSDB), defendeu que o partido priorize a campanha de reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) e que as outras candidaturas se subordinem a esse projeto. Ele afirmou, ainda, que a crise entre o governador e a cúpula estadual da sigla é página virada, e que Taques já comunicou sua permanência no partido.

    “Não há nada mais prioritário do que a reeleição do governador Pedro Taques. Todas as demais candidaturas do PSDB devem se subordinar ao interesse maior do partido, que é continuar transformando Mato Grosso”, declarou Wilson ao LIVRE. “Acredito que o PSDB vai ter juízo e maturidade para entender que o projeto maior é a reeleição do nosso programa de governo.”

    Por outro lado, ele vê dificuldades que os partidos aliados aceitem a imposição de uma chapa majoritária. No sábado passado (3), em um almoço oferecido por Taques a alguns aliados, foi anunciada a possibilidade de uma chapa de reeleição tendo novamente Carlos Fávaro (PSD) como vice e o deputado federal Nilson Leitão como candidato ao Senado, o que deixaria apenas uma vaga de senador e quatro suplentes para negociação com os outros partidos coligados.

    “Eu defendo que a aliança como um todo, de maneira democrática, deve definir a composição da chapa majoritária. Ninguém aceita prato feito, jogo combinado ou carta marcada. Isso só vai atrapalhar”, afirmou Wilson. Ele lembrou que o arco de alianças atual tem seis nomes cotados para cargos majoritários: o governador Pedro Taques, o vice-governador Carlos Fávaro, o senador Blairo Maggi (PP), o ex-senador Jayme Campos (DEM), o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB).

    “Nós temos seis nomes destacados, todos maduros o suficiente, com o dever cívico de se entenderem. Há espaço para todos porque são oito cargos em disputa”, disse, sugerindo que dois deles se candidatem como suplentes de senador. “Os suplentes ultimamente têm ocupado muito mais espaço no Senado que os titulares. Vide José Medeiros (PODE) e José Aparecido Santos (PR) [suplentes de Taques e Maggi]. Então hoje ser suplente é algo muito estimulante, alvissareiro. É a certeza que terá no mínimo quatro anos de mandato”, completou.

    Depois do anúncio da possível chapa, Fávaro afirmou que não está certa sua candidatura a vice, mas somente a participação do PSD em uma chapa majoritária. Jayme Campos disse que estará à disposição do DEM para disputar o cargo majoritário que o partido decidir.

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