Polícia Militar dá aulas gratuitas de equoterapia em Cuiabá; saiba como se inscrever

Inicialmente serão 30 alunos, mas o número de vagas ainda pode crescer. As inscrições já começaram

As aulas equoterapia ministradas pela Cavalaria da Polícia Militar de Mato Grosso voltam para a antiga casa. O projeto iniciou o cronograma de 2020 nessa quinta-feira (6) já nas instalações do Parque de Exposições da Associação dos Criadores de Gado (Acrimat), no bairro Porto, em Cuiabá.

Em maio de 2019, uma parceria com Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) havia transferido o curso para o Centro Cultural dos Institutos de Linguagens e Antropologia.

Agora, um novo centro de treinamento foi inaugurado no Parque de Exposições e começa o ano com 30 alunos.

A perspectiva é ampliar o número de vagas à medida em que novas parcerias forem firmadas.

As inscrições para aulas são realizadas pelo regime da Cavalaria da Polícia Militar no Parque de Exposições da Acrimat. O administrativo atende das 7h às 13h, de segunda à sexta-feira.

(Foto: Sd Elias/PMMT)

O candidato passará por avaliação das equipes médica e psicológica da PM e poderá entrar em agendamento para iniciar as aulas.

“Esse é um projeto multidisciplinar, que trabalha a psicologia, fisioterapia e equoterapia para crianças da comunidade e dependentes de militares”, disse o comandante da unidade, tenente-coronel Walmir Barros Rocha.

A equoterapia, também conhecida por equiterapia ou hipoterapia, é um tratamento com cavalos utilizado para estimular o desenvolvimento da mente e do corpo.

É considerada uma atividade complementar para o tratamento de indivíduos com deficiências ou necessidades especiais, como a síndrome de Down, paralisia cerebral, derrame, esclerose múltipla, hiperatividade, autismo, crianças muito agitadas ou com dificuldade de concentração.

(Foto: Sd Elias/PMMT)

Claudia Regina Pinheiro, mãe de Leonardo, que tem  7 anos e é aluno do projeto, diz que os resultados da terapia são evidentes no cotidiano do garoto. Com problemas na coordenação motora e fala, em 2019, ele fez aulas por seis meses.

“A evolução na fala e no andar é notória”, disse a mãe, agradecendo a equipe pelo trabalho e a maneira como o filho é tratado.

O cabo Paulo Henrique Soares Leão também confirma os efeitos do tratamento. Seu filho, Paulo de 3 anos, nasceu com deficiência congênita (Espinha Bífida) e chegou a passar por cirurgia intrauterina.

Antes de um ano de idade, ele recebeu a indicação médica para equoterapia.

“Meu filho se desenvolveu muito, anda e fala. Sou grato pela equipe da Cavalaria, todos que trabalham no projeto e a Deus”, disse Leão.

O tratamento dado pelo regimento da Cavalaria é realizado com prazo mínimo de um ano, com sessões semanais de 40 minutos.

(Com Assessoria)

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