Mais dois investigados por crimes na polícia são presos pelo Gaeco

Prisões ocorreram no fim de semana, em Cuiabá

Foto: Ednilson Aguiar/O Livre

Mais dois investigados na Operação Renegados, que eram considerados foragidos, foram presos pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) nesse fim de semana.  

Na sexta-feira (7) foi preso ex-servidor público Domingos Sávio Alberto de Sant’Ana e, no sábado (8), o investigador Sandro Victor Teixeira Silva. Com as novas prisões, 17 das 22 pessoas alvos da operação estão em reclusão. 

Apresentação na delegacia

Conforme informação divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Ministério Público de Mato Grosso, o investigador Sandro Victor Teixeira Silva entregou-se à polícia. Todos os presos são investigados por prática de crimes com uso do aparato oficial da Polícia Judiciária Civil (PJC) e da Polícia Militar. 

As investigações do Gaeco, em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil, apontam que as provas colhidas demonstraram que a organização criminosa seria comandada por Dhiego Ribas Matos.  

Ele supostamente utilizava técnicas de investigação com o uso de equipamentos da PJC para facilitar e encobrir as ações criminosas do grupo.  

Ações essas que envolveriam a prática de crimes graves como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Dhiego Ribas foi preso na deflagração da Operação Renegados na terça-feira (4). No mesmo dia foram presos Edilson Antônio da Silva, Alan Cantuário Rodrigues, Júlio César de Proença, Paulo da Silva Brito, Rogério da Costa Ribeiro, André Luis Haack Kley e Frederico Eduardo de Oliveira Gruszczynski, além do ex-policial civil Evanir Silva Costa e a namorada de Edilson, Natália Silva Costa. Completam a lista o ex-policial militar Raimundo Gonçalves de Queiroz, os policiais militares Manoel José de Campos e Adilson de Jesus Pinto, e os servidores Kelle de Arruda Santos e Delisflasio Cardoso Bezerra Silva.  

Considerados foragidos

O Gaeco ainda considera como foragidos Reinaldo do Nascimento Lima, Jovanildo Augusto da Silva, Genivaldo de Souza Machado, João Martins de Castro e Neliton João da Silva.  

Os investigadores receberam ordem judicial para cumprir 44 mandados, sendo 22  mandados de prisão preventiva.

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