Som politizado da Salomanos adentra o jardim do Sesc na sexta

Projeto de circulação da Banda Salomanos por cidades mato-grossenses, inclui Cuiabá. A entrada para o show é gratuita

O som da quebrada adentra o Jardim do Sesc Arsenal nesta sexta-feira (01.06), pois os músicos da Salomanos reservaram à plateia cuiabana, um show especial, ao ar livre. A capital entra assim, na rota de circulação da banda que realiza turnê por cidades mato-grossenses. O show começa às 20 horas e a entrada é gratuita.

Banda das mais representativas do movimento hip hop mato-grossense e defensora ferrenha da produção autoral, sobe ao palco com as canções do primeiro disco “Nossas Raízes”. O repertório é “aditivado” por músicas inéditas do segundo álbum, que também dá nome à série de apresentações: “O caminho”.

Selecionados no edital Circula MT, da Secretaria de Estado de Cultura, os músicos estão em estúdio arrematando o novo disco. Sendo assim, a plateia tem a oportunidade de revisitar o trabalho anterior e apreciar em primeira mão, as músicas mais recentes da banda de P. Brother (violão e vocal), Fabrício Pimenta (guitarra), Igor Carvalho (contrabaixo elétrico) e Vinicius Barros (bateria).

No show, já estão incluídas Menino Loiro, Pré-Conceito, Inversão de Valores e uma releitura de Lugar Distante, música antológica da saudosa banda Donalua – composta pelo músico Caio Mattoso – e que figurou como um dos hinos de um movimento de efervescência de estímulo ao trabalho autoral de bandas locais, no início dos anos 2000.

“A tente sempre esteve atento à potencialidade da música mato-grossense. Poder circular pelo Estado com este trabalho marca um momento muito importante de divulgação do nosso trabalho, especialmente para nós que participamos de diversos outros projetos musicais e ganhamos ainda mais força com nossa união”. A formação atual remonta 2015.

O nome da banda que aposta no poder da fusão do rap, com o reggae e o rock, mais essencialmente, foi ideia de P Brother. “Foi inspirada por um nome que é símbolo da sabedoria, Salomão, e claro, aos manos, em uma reverência ao movimento musical do rap”, se diverte. “A gente aposta mesmo em uma música cujas letras inspiração superação pessoal, inclusão social e com um conteúdo muito mais crítico e politizado. É para dançar, mas é para pensar, também”.

Com o atual cenário – marcado pelos impactos da greve dos caminhoneiros – ele acredita que o momento ressalta o teor de contestação das músicas do Salomanos. “Essa é a hora”, arremata.

Confira o trabalho da banda:

Youtube: salomanosoficial
Instagram: @salomanosoficial
Facebook: @salomanosoficial

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