Mulher é agredida ao cobrar identificação de motorista que parou em vaga de deficiente

Vítima estava com o marido, que é deficiente físico, e a suspeita não teria nenhuma necessidade especial

Imagem ilustrativa / Prefeitura de Santos (SP)

Uma mulher de 54 anos foi agredida nessa quinta-feira (10) no estacionamento de um shopping de Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá) ao cobrar a Identificação de Deficiente de uma motorista que estava parada na vaga reservada para portadores de necessidades especiais.

O caso aconteceu pouco depois das 13 horas. Segundo a vítima, ela chegou ao local com a filha e o marido, que é portador de necessidades especiais, e não encontrou nenhuma vaga prioritária para estacionar o carro.

Ela pediu, então, que o segurança do shopping comunicasse no sistema de som do estabelecimento que os proprietários dos veículos estacionados irregularmente nas vagas preferenciais retirassem seus carros, mas ninguém foi retirar.

Ela acionou a Guarda Municipal para notificar os veículos, pois nenhum tinha adesivo de portador de necessidades especiais. Mas, antes que a Guarda chegasse, por volta das 14 horas, duas mulheres chegaram até um dos veículos estacionados, um Toyota Corolla.

Lesões no braço

A mulher questionou se uma das duas tinham alguma prioridade para estar na vaga, e a motorista respondeu que parou o carro no local por ser mais fácil de descer com criança, embora ela não estivesse com nenhuma criança.

As duas mulheres começaram a agredir verbalmente a vítima e, por fim, foram em direção à filha dela, de 34 anos, pois ela estava com o celular na mão e elas acharam que esta estava gravando a situação.

A mãe entrou na frente e impediu a agressão à filha, mas acabou sofrendo lesões no braço. Ela, então, ligou para a Polícia Militar e acenou para os seguranças do shopping, que, segundo a vítima, não reagiram.

A motorista e a mulher que estava com ela acabaram saindo do estacionamento antes que a Polícia Militar chegasse.

Depois de tudo, a vítima procurou uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência por injúria, difamação e lesão corporal.

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