Deputada acusada de matar o marido deve ser julgada por tribunal do Júri

Ministério Público do Rio de Janeiro acusou Flordelis por quatro crimes, entre eles homicídio triplamente qualificado

(Câmara Federal)

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou à Justiça que a deputada federal Flordelis (PSD) seja julgada por um júri popular. Ela e outros oito réus são acusados de planejar e executar o assassinato do pastor Anderson do Carmo.

Caso o pedido seja aceita, a deputada será julgada por um tribunal formado por pessoas comuns. O tribunal do júri é previsto no Código Penal brasileiro, principalmente, em crimes de homicídio.

No documento, a promotoria citou os crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio por envenenamento, uso de documentos falsos e associação criminosa.

De acordo com a denúncia, Flordelis foi a mandante e mentora intelectual do assassinato do pastor, que na época era seu marido.

Ainda segundo o MPRJ, os crimes ocorreram por motivos financeiros e pela busca de poder dentro da família e da igreja que o casal frequentava.

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