Black Friday: brasileiros dizem que comprariam só para ajudar a manter empregos

Do total de pessoas que pretende comprar algo, 51% disse que vai priorizar marcas que fizeram algo positivo durante a pandemia

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre

Um pesquisa realizada pelo setor de Inteligência de Mercado da Globo apontou que, neste ano, dos cerca de 60% de brasileiros que não sabem (35%) ou não pretendem (23%) comprar nada durante a black friday, 8 em cada 10 mudariam de ideia se pudessem ajudar a manter empregos.

Entre os entrevistados, 42% têm planos de fazer compras neste ano e, desse total, 51% querem priorizar marcas que fizeram algo positivo ao longo da pandemia.

Para o especialista de vendas Felipe Dellacqua, a data – 27 de novembro – pode ser uma boa oportunidade para o comércio recuperar as perdas causadas pelo isolamento social.

Ele lembra que os consumidores “tradicionais” da black friday são de média e alta renda e que, antes da pandemia, tinham um gasto considerável com entretenimento e turismo. “Agora, esse recurso desse consumidor está guardado, porque as pessoas não estão gastando muito com isso. Então, acabam investindo mais em produtos”.

Mais digital que nunca

Segundo Dellacqua, a black friday deste ano será muito mais digital do que as anteriores. “É bem provável que as lojas físicas estejam com limitação de quantidade de pessoas. E muitas pessoas também vão preferir comprar pela internet por receio de aglomerações”.

E a pesquisa reflete isso. Dentre os entrevistados, 55% utilizará canais físicos e digitais para as compras. Mas outros 29% pretendem comprar exclusivamente pela internet.

A pesquisa revela ainda que 68% das pessoas costumam fazer compras nessa data.

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