Bebê é diagnosticada com doença sexual e Conselho Tutelar suspeita de estupro

O maior suspeito é o padrasto da criança, visto que a mãe da menina tem a doença passada pelo marido

Imagem ilustrativa / Freepik

Uma bebê de apenas dois anos, moradora de Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), foi diagnosticada com sífilis nessa quinta-feira (27) e o Conselho Tutelar procurou a polícia para denunciar a possibilidade de a menina ter sido vítima de abuso sexual.

Segundo o relato do conselho, a menina apresentou inchaço nos olhos e lesões nas partes íntimas. Ela foi atendida no Pronto-Socorro de Várzea Grande e precisou ser internada. No hospital, a bebê foi diagnosticada com sífilis.

A mãe da menina também possui a doença, contraída pelo marido, padrasto da bebê. Ela só contraiu a doença após o nascimento da filha, o que impossibilita que a bebê tenha sido contaminada na gestação.

Ainda conforme o relato do Conselho Tutelar, há cerca de um mês a mãe percebeu uma secreção na fralda da filha e inchaço por todo o corpo e, por isso, a levou no médico e foi necessário interná-la.

Fora isso, a mãe nunca percebeu nada de anormal, nem no convívio da filha com os homens da família – o padrasto e o tio.

O caso será investigado pela Polícia Civil e a bebê passará por exames de corpo de delito.

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