Bebê cuiabano precisa de ajuda para continuar batalha pela vida

Marquinhos luta para viver desde o primeiro dia de vida. Já passou por duas cirurgias, um AVC e agora precisa da sua ajuda

Em dois anos e meio de vida, o pequeno Marquinhos já tem uma história enorme e é exemplo de esperança. Ele luta pela vida desde que nasceu, passando por duas cirurgias cardíacas e até mesmo um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Agora, os pais do Marquinhos, o bancário Paulo Vitor Nunes Paes, 26 anos, e a estudante Joana Aparecida da Silva Ozan Paes, 24 anos, estão em uma nova fase na batalha. Eles fizeram uma rifa online para poder comprar uma órtese para dar mais qualidade de vida ao pequeno cuiabaninho.

Foto: Arquivo pessoal

História de luta

Marcos nasceu em Cuiabá após 39 semanas de gestação, de parto normal e sem nenhuma intercorrência. Com apenas um dia de vida, porém, um exame no coração do recém-nascido apontou uma alteração pulmonar.

Com 10 dias de nascido, através de um cateterismo, os médicos descobriram uma doença cardíaca que se chama Drenagem Anômala Total das Veias Pulmonares, que é congênita.

Para realizar a cirurgia necessária, Joana e Marquinhos tiveram que ir às pressas para Brasília (DF). O caso era complexo e a intervenção não era realizadas nos hospitais de  Cuiabá.

Com apenas 13 dias de vida, o bebê fez sua primeira cirurgia cardíaca e, um mês depois, passou pela segunda, por conta de um trombo (coágulo) no coração.

Durante o período no hospital, os médicos descobriram que Marquinhos também tinha alergia à proteína do leite e, por isso, ele só pode tomar uma fórmula especial.

Além disso, aos cinco meses de vida ele precisou fazer a traqueostomia, com a qual vive até hoje. Com toda a complexidade do caso, mãe e bebê ficaram longos meses longe do pai.

“Ao todo, a gente ficou oito meses em Brasília, só eu e Marquinhos. O Paulo trabalhava e eu tive que abdicar do meu serviço para ficar com o Marquinhos. A gente não tinha nenhum amigo, familiar, nada lá. Passamos os oito meses dentro do hospital”, contou  Joana.

Foto: Arquivo pessoal

Após oito meses, a equipe médica decidiu que já não havia motivos para Marquinhos continuar longe de casa. O tratamento feito em Brasília poderia ser continuado em Cuiabá, então, ele recebeu alta hospitalar. Passou a receber cuidados médicos em homecare.

Dois meses depois, no entanto, Marquinhos teve uma reação ao leite que tomava e um novo trombo apareceu no coração. Ele precisou ser internado por mais dois meses e quase voltou para Brasília, mas se recuperou e voltou para casa.

“Após isso, a gente ficou mais cinco meses em casa com ele bem, desenvolvendo, passando a tomar o leite na mamadeira, sentando, fazendo fisioterapia certinho. Em dezembro de 2019, ele já tinha possibilidade de alta do homecare, estava tudo acertado, tinha chances de tirar a traqueo”, lembrou Joana.

No dia 28 de janeiro de 2020, porém, tudo mudou. Marquinhos sofreu um AVC quando estava no carro com o pai.

“Devido à demora e a falta de oxigênio por conta do AVC, ele perdeu 90% da função cerebral”, contou a mãe.

O bebê precisou ficar mais dois meses internado e, depois, voltou para a homecare.

Rifa online

Depois do AVC e da perda do quadro cerebral, Marquinhos ficou paralisado e, devido a isso, o corpo dele começou a sofrer alterações.

“A perninha dele está ficando torta, a coluna também”, explicou o pai.

Para ajudar o bebê a não piorar, ele precisa de uma órtese. Os pais, então, criaram uma rifa online para arrecadar dinheiro para a compra do aparelho.

A rifa terá dois prêmios: o primeiro é um alongamento de unhas de fibra. O segundo, duas sessões para fazer pés e mãos. O valor do bilhete é de R$ 10.

Quem quiser ajudar, pode entrar em contato pelo telefone (65) 9.9238-8408 ou via Instagram @avidacomomarcos.

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