Aécio Rodrigues: conheça os candidatos a prefeito de Cuiabá

Jovem e com patrimônio acima de R$ 3 milhões, Aécio diz pensar em uma Cuiabá tecnológica e com melhora nos serviços de saúde

(Foto: O Livre)

Candidato com maior patrimônio na disputa da Prefeitura de Cuiabá, Aécio Rodrigues (PSL), 29 anos, vê a declaração de sua fortuna – R$ 3,2 milhões – como vantagem em relação aos concorrentes.  

Eu não sou o candidato mais rico, eu sou o candidato mais honesto. Não tenho problema em declarar meu patrimônio, isso não me traz risco de investigação. Outros candidatos têm dinheiro, mas não podem divulgar”, afirmou. 

Graduado em Direito pela PUC Campinas em 2012, e com especialização no trabalho, Aécio está em Cuiabá há cerca de sete anos na soma dos anos antes e depois da faculdade. Veio de São José do Rio Preto, interior paulista. 

Diz que escolheu Cuiabá por enxergar nela uma “terra de oportunidades” e a primeira coisa que o impressionou foi a defasagem do sistema de saúde. Para ele, os hospitais públicos instalados podem render melhor serviço, mas falta gestão. 

A qualidade nos serviços é apresentada por ele como carro-chefe para fazer a cidade subir no ranking das cidades inteligentes e boas para se viver. Esse fator deve ser acompanhado pela rearborização da cidade e criação de alternativas de mobilidade, como ciclovias, que uniria a atividade física e opção para transporte. 

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Ao mesmo tempo, pensa uma cidade tecnológica, que ajude as pessoas a evitar deslocamentos por largas distâncias, incluindo a procura por serviços públicos. E o exemplo recai novamente na saúde. 

“É possível desenvolver o teleatendimento, para que os médicos orientem as pessoas via videochamada e para elas, somente se descolarem de casa, em casos necessários. Para isso, precisamos melhorar a rede de saúde e de internet”, pontua. 

Na política, fez parte da criação do diretório da Democracia Cristã (DC) em Mato Grosso, evento que inaugurou sua entrada no campo, e decidiu pela candidatura neste ano com apoio de amigos e pela viabilidade que vê na eleição. 

Apesar de ter fundado um partido que leva a religião no nome, Aécio diz que não usa os assuntos de fé ou estado civil como moeda de troca para fisgar eleitor, papel que ele considerado “do pessoal da velha política”. 

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