Desvelando a cortina de fumaça na Amazônia

Quais são os reais interesses por trás das pautas relacionadas ao meio ambiente no nosso país?

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Não é de hoje que o Brasil Paralelo (https://site.brasilparalelo.com.br/home/) tem realizado um grande serviço ao povo brasileiro quebrando a hegemonia de informação da grande imprensa e da esquerda. Um exemplo foi o filme-documentário “1964: O Brasil entre Armas e Livros“, além de “Os 11 Supremos”, “A Queda Argentina”, “As Grandes Minorias”, “O Fim das Nações” etc.

Com mais de trinta produções entre filmes e documentários, núcleos de formação, entrevistas, debates, artigos e materiais de apoio, o grupo apartidário e sem financiamento público tem se destacado justamente por romper com a estranha homogeneidade das informações e fatos históricos controlada pelo establishment – que, claro, não quer que as pessoas tenham acesso e contato com material tão “subversivo” à hegemonia cultural.

Assim é que recentemente foi lançado o filme documentário “Cortina de Fumaça” (https://www.youtube.com/watch?v=hPTlsV2lmBw), uma importantíssima iniciativa para desvelar os meandros de interesses escusos que pauta toda a discussão ambiental no Brasil. Em suma “Quais são os reais interesses por trás das pautas relacionadas ao meio ambiente no nosso país”? E a obra responde à essa primeira pergunta.

Desmontando falácias

De forma clara e precisa, o filme-documentário desmonta as falácias criadas por ONGs internacionais em ação no país, o alarmismo de governos Europeus com a suposta degradação da Amazônia, a pressão de fazendeiros americanos criadas para a defesa de seus interesses econômicos (Farms here, forest there).

Entrevistando pessoas de vários matizes políticos e ideológicos, inclusive pessoas de extrema-esquerda (Aldo Rabelo, PCdoB) e ambientalistas honestos (Patrick Moore, ex-presidente e cofundador do GreenPeace) – ainda existem!, apesar da pequena proporção – o Brasil Paralelo demonstra que o suposto alarmismo na “destruição da Amazônia” não passa de um dog whistle para instigar as massas locais e alienígenas contra os produtores rurais brasileiros e atrapalhar nossa competitividade no mercado mundial do agronegócio

Mas por quê ONGs, governos, partidos e grupos de pressão teriam interesse em mentir sobre a situação do Cerrado e da Amazônia no Brasil? De forma objetiva: dinheiro!

Com a ocupação do cerrado no Centro-Oeste brasileiro e de beiradas da Amazônia, áreas antes inúteis ou ineficientes economicamente, foram inseridas com o enorme avanço tecnológico engendrado por Alysson Paulinelli e sua equipe durante o governo Geisel, no qual foi Ministro da Agricultura, no imenso jogo geopolítico e econômico da produção de produtos agropecuários.

Paulinelli reuniu o que havia de melhor na tecnologia de agricultura tropical e tornou o país epicentro de excelência na área, tanto que é indicado o Nobel da Paz pelos seus feitos.

As ações de Paulinelli geraram e geram um enorme desconforto político e prejuízo financeiro de países europeus e dos Estados Unidos, pois produzimos muito, temos um ótimo produto, a baixo custo e de forma sustentável.

O Brasil mantém mais de 2/3 do território (ou 66,3%) de áreas de vegetação nativa preservadas, em comparação, toda a Europa que detém 1% de vegetação na mesma condição, os Estados Unidos, 19%;  toda, repito, toda a produção agrícola do Brasil ocupa 9% do território nacional, exatamente, 9% (na Holanda esse percentual é de 60%, na Alemanha é de 50%, nos EUA de 40%); as pastagens para pecuária cerca de 13% do território pátrio; no caso da Amazônia, o Amazonas – com seus 1,6 milhões de metros quadrados –, tem áreas de cidades, indústrias e agropecuárias ocupando meros 3% de seu território, ou seja, mais de 97% preservados; isso sem falar no Amapá e Roraima em que 80% e 70%, respectivamente, são preservados em Terras Indígenas e Parques Nacionais.

Ecoterrorismo e “lobby verde”

Assim é que a mais nova produção do Brasil Paralelo, “Cortina de Fumaça”, desvela parte dos segredos da nova paranóia do século XXI quanto ao Brasil: o ambientalismo, a obsessão pela desantropização do país.

E faz isso sem medo de enfrentar o ecoterrorismo e o poderosíssimo “lobby verde”, colocam o dedo na ferida para rediscutir o tema do ambientalismo como vem sendo imposto com falsa unanimidade pelo Judiciário, Legislativo, parte do Executivo, MPs, ONGs estrangeiras e partidos de extrema-esquerda; passa, ainda, pela questão dos indígenas, que vêm sendo títeres nas mãos de ONGs e órgãos estatais que os usam como joguetes em seus interesses econômicos, onde 0,4% da população detém 14% do território nacional – mas que nem querem permitir seu uso adequado.

Não se deve ceder ao fascismo verde que dominou e domina o Direito Ambiental desde seu nascimento – é preciso quebrar essa corrente do mal; e a Cortina de Fumaça é um primeiro grande passo nesse sentido.

A verdade é que mentiram, e muito, para você sobre nossa agropecuária, e a ladainha alarmista e as armadilhas ambientalistas são, sim!, um grande negócio para os próprios ambientalistas.

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Fernando Henrique Leitão é advogado militante no Direito Ambiental, professor universitário (e de especialização) e membro do Instituto Caminho da Liberdade – ICL-MT.

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