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IFMT produz 2 mil litros de álcool 70% para doar a entidades e comunidades carentes

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André Souza

Solidariedade aquece o coração, principalmente, nos tempos de crise. E são diversas as ações que têm espalhado o bem em Mato Grosso e no Brasil, como um projeto do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em Cuiabá, que acaba de surgir.

Voluntários estão produzindo álcool 70% para doação. Além de centros de ajuda humanitária, o produto vai chegar também, a comunidades carentes.

Ao todo, 2 mil litros do antisséptico serão produzidos. A ação é uma parceria entre o IFMT, o Conselho Regional de Química (CRQ) e a Prefeitura de Cuiabá.

O coordenador do campus Bela Vista, Deiver Teixeira explica que o foco é colaborar para a redução da demanda suprimida em comunidades. “E também, em entidades da área da saúde que hoje são linha de frente no combate à covid-19”.

Rede voluntária

A força-tarefa para a produção conta com 15 voluntários. São servidores do IFMT e membros das entidades parceiras. Já os produtos químicos são fornecidos pelo CRQ.

Insumos como garrafas plásticas, por exemplo, são doados pela prefeitura.

Empresas privadas também colaboram com a ação, como a Marajá, Água Mineral Buriti, RG Solution, Safras Indústria e Comércio de Biocombustível, Maxvinil e Gráfica SinalTEC.

A produção será entregue a órgãos parceiros que vão distribui-lo de acordo com as necessidades de entidades em vulnerabilidade.

Estão na lista a Casa do Migrante, o Abrigo Bom Jesus, AACC e orfanatos do Cena Onze.

Na sexta-feira migrantes receberam doações da equipe de voluntários do projeto coordenado pelo IFMT (Divulgação)

‘Doação em boa hora’

A primeira remessa começou chegou à Casa do Migrante nesta sexta-feira (27). A coordenadora da Pastoral do Migrante, Eliana Vitalino, diz que a doação chegou em uma boa hora.

“Uma das coisas que cortava o coração era não ter o álcool, enquanto todo mundo pedia o produto, não tínhamos para disponibilizar. Quando a doação chegou só ouvíamos obrigado”, lembrou Eliana.

Álcool e higienização das mãos

Os vírus possuem uma espécie de capa protetora formada basicamente por gordura. Essa capa pode ser facilmente destruída com a simples higienização das mãos. Desta forma, a higienização com água e sabão é tão eficiente quanto a utilização do álcool, líquido ou em gel, 70%.

A recomendação de especialistas é que se mantenha a higiene regularmente, para evitar a proliferação do vírus.

A utilização do álcool 70%, de acordo com especialistas, é recomendada principalmente em situações onde o acesso à água e sabão é limitado ou inexistente.

(Com Assessoria)

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