Caminhoneiros bloqueiam rodovias em protesto contra aumento de combustível

O SINDMAT está apoiando a manifestação, o sindicato considera os reajustes de combustível de abusivos

Foto: Luiz Gonzada Neto

Caminhoneiros estão bloqueando pontos em rodovias de Mato Grosso em uma manifestação contra o aumento do combustível. Às 7h20 desta segunda-feira (21), eles fecharam o KM 396 da BR-163 (sentido sul do Distrito Industrial).

Veículos de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com carga viva e perecível estão sendo liberados para tráfego – e os demais caminhoneiros estão sendo convidados a parar seus caminhões.

Segundo a Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, os veículos estão desviando pelas vias laterais. Cerca de 90 pessoas aderiram ao movimento até o momento. A previsão de liberação é às 12 horas.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado de Mato Grosso (SINDMAT), está apoiando a manifestação, desde que não impeça o direito de ir e vir do cidadão comum. Em nota, o sindicato afirmou que o reajuste de combustível da Petrobrás é “abusivo e prejudica toda a sociedade”.

“Não se pode ter uma política de aumento de preços de combustível diária, aonde a população é obrigada a pagar o custo da roubalheira acontecida na Petrobrás”, disse o presidente do sindicato, Eleus Vieira Amorim, na nota.

O presidente recomendou que todos os empresários do transporte de Mato Grosso deixem seus veículos nas garagens, em apoio ao movimento.

Em um áudio que está circulando na internet, um homem se apresenta como Daniel, diz ser um dos líderes do movimento de paralisação e informa que a rodovia em Cuiabá, no sentido para Rondonópolis, está parada.

O suposto líder diz que os caminhoneiros só não pararam no sentido Sorriso ainda por não terem pessoas suficientes participando do movimento. E que a Polícia Federal está acompanhando as ações dizendo o que eles podem ou não fazer.

Por fim, ele faz o convite aos demais caminhoneiros: “Quem estiver disponível em Cuiabá vem para cá para a gente fechar as duas faixas. Estamos juntos, juntos estamos mais fortes”, finaliza.

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