Jovens são encontrados mortos, deitados em colchão sob árvore

Eles foram mortos com tiros na cabeça. Foram encontrados em uma chácara e duas mulheres ainda não foram identificadas

Foto: Reprodução

Quatro pessoas foram executadas na madrugada deste sábado (27) em uma chácara na zona urbana de Arenápolis (230 km de Cuiabá). As vítimas são um jovem de 18 anos, um adolescente de 14 anos e duas meninas ainda não identificadas.

Segundo a Polícia Judiciária Civil, o crime aconteceu na chácara em que o adolescente de 14 anos morava. Os corpos dos quatro foram encontrados em um pasto, embaixo de uma árvore, deitados em cima de um colchão. Todos foram atingidos por tiros na cabeça.

A polícia tem poucas informações sobre as duas vítimas do sexo feminino, apenas que uma era moradora de Denise e a outra, de Nova Marilândia (210 e 270 km de Cuiabá respectivamente). As famílias das duas foram acionadas para fazer o reconhecimento das jovens.

A avó do adolescente assassinado, que também estava na chácara no momento do crime, disse à Polícia Civil que o neto e os amigos colocaram esse colchão embaixo da árvore onde eles foram encontrados, há cerca de cinco dias, quando as meninas chegaram à chácara. E, desde então, sempre ficavam no local.

Ainda conforme o relato da avó, por volta de 00h ela ouviu disparos de arma de fogo, mas, por medo, não levantou para ver o que tinha ocorrido no momento.

Segundo o delegado André Barbosa, que está a frente das investigações do crime, apesar da pouca idade – 14 anos – o adolescente possui várias passagens criminais, inclusive por homicídios, o que faz com que ele também investigue a possibilidade de que os quatro estavam reunidos para praticar algum crime em Arenápolis, ou na região.

“As diligências estão em andamento e vamos trabalhar na identificação e qualificação das vítimas e também com a oitiva de testemunhas que possam auxiliar o esclarecimento do crime”, disse o delegado

A chácara não possui câmeras de segurança e, até o momento, não foi encontrada nenhuma testemunha ocular das execuções, porém, além da Polícia Civil, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local, realizou todos os procedimentos possíveis e auxiliará na investigação do caso.

(Com assessoria)

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