Carregando...
Cidades

Piora estado de saúde de cantor sertanejo atropelado ao sair de boate em Cuiabá

Foto de Redação
Redação

O estado de saúde do cantor sertanejo Ramon Alcides Viveiros – atropelado em frente à boate Valley, na manhã de domingo (23) – piorou. A informação foi confirmada por uma fonte do LIVRE. A família, no entanto, preferiu não passar informações sobre o estado de saúde do jovem.

Veja mais: Todos por Hya Giroto: amigos fazem campanha para arrecadar dinheiro para jovem atropelada

Na manhã desta quarta, foi registrada uma piora no estado neurológico da vítima. No início da tarde, Ramon passou por um exame de ressonância magnética e a equipe médica aguarda o resultado para uma nova avaliação. A suspeita é de que o jovem teria tido morte cerebral, mas ainda é cedo para afirmar.

Em vídeo publicado no Instagram no dia de Natal, Mauro Viveiros, irmão do cantor, informou que o jovem tinha apresentado melhora em seu quadro de saúde e se mantinha estável. “A pressão no cérebro está diminuindo e seus sinais vitais são bons”, disse.

Ramon sofreu traumatismo cranioencefálico devido ao impacto da batida, que resultou, inclusive, na morte da jovem Myllena de Lacerda Inocêncio, ainda no local. Ramon foi transferido para cirurgia no hospital particular Amecor, onde permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

UTI Móvel

Há pouco, o irmão do jovem confirmou que Ramon sofreu uma “intercorrência” na manhã de hoje (26) e que novos exames foram necessários. O jovem foi levado de UTI Móvel para a realização de uma ressonância magnética no Hospital São Mateus, localizado no bairro Bosque da Saúde.

“Hoje aconteceu uma intercorrência no estado do Ramon, que até então era estável. Isso ensejou a realização de outros exames. Ele realizou uma ressonância magnética, pela tarde, no Hospital São Mateus. Ele foi transferido pra lá de UTI Móvel, depois voltou para Amecor”, disse em vídeo publicado no Instagram.

Ainda segundo Mauro, os resultados dos exames já estão com a equipe médica que está assistindo Ramon, mas ainda não foram repassados para a família. “As informações ainda não foram repassadas pra gente. Disseram que seriam repassadas agora no horário de visita, das 16h às 17h”, finalizou o vídeo. Ele também agradeceu todo apoio recebido e pediu orações.

Entenda o caso

acidente aconteceu na madrugada desse domingo (23), na Avenida Isaac Povoas, no centro de Cuiabá, em frente à boate Valley Pub, de onde as vítimas Myllena, Ramon e Hya tinham acabado de sair.

A motorista Rafaela Screnci, professora de biologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atropelou os jovens e todos foram arremessados. Myllena caiu na frente do Renault Oroch dirigido pela bióloga e foi atropelada novamente.

A professora parou poucos metros depois, em frente à barraquinha do Zé Dog, onde foi presa. Ela passou por uma audiência de custódia no início da tarde de segunda-feira (24), pagou fiança de R$ 9.540,00 e já está em liberdade.

*Atualizada às 16h24

Notícias em primeira mão

Junte-se à nossa comunidade exclusiva no Whatsapp e seja notificado sobre os furos de reportagem e análises profundas antes de todos.

Últimas Notícias

EspeciaisGeral

Paixão que atravessa gerações: álbum da Copa vira febre de crianças e adultos em Cuiabá

Entre trocas, negociações e muita animação, O Livre registrou a paixão cuiabana pelas figurinhas da Copa; Veja imagens!
Política

Abilio se consolida como o prefeito mais influente do país nas redes sociais

Prefeito de Cuiabá entra no Top 15 da política brasileira e lidera entre os gestores municipais em presença e engajamento nas redes sociais.
Política

STF muda regras de punição para juízes e magistrados investigados no TJMT podem perder o cargo

Mudança no entendimento jurídico pode alterar desfechos de processos disciplinares em andamento no TJMT e no CNJ
Geral

Em votação relâmpago, Senado derruba regra de acolhimento a crianças vítimas de violência sexual

Senadora Damares Alves celebrou medida como “vitória da família”, enquanto Governo Federal e entidades alertam para o enfraquecimento da rede de proteção às vítimas