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UFMT vai usar energia solar após corte em 2019 por dívida de R$ 5 milhões

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Redação

Em 2019, o fornecimento de energia elétrica na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi suspenso por falta de pagamento. À época, a então reitora, Myrian Serra, apontou uma dívida de R$ 5 milhões. Dois anos depois, pensando em sustentabilidade e economia, a UFMT vai instalar 1,5 mil placas fotovoltaicas.

Em termos práticos, as novas placas devem produzir mais de 200 mil kWh/mês, garantindo uma economia de mais de R$ 130 mil mensais para a UFMT, no câmpus de Cuiabá.

Atualmente, as empresas estão em fase de desenvolvimento do projeto, realizando o estudo de viabilidade. A previsão é que as placas comecem a ser fixadas até maio. Além da Capital, os câmpus do Araguaia e de Sinop também receberão contemplados.

“A preocupação com a sustentabilidade, em todos os sentidos, deve ser uma preocupação de toda sociedade. E as universidades, para além da pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, devem, também, dar exemplos práticos”, aponta o reitor, professor Evandro Soares da Silva.

A ação faz parte do projeto UFMT “Construindo o Futuro”, que visa dar as bases para o desenvolvimento da Instituição nos próximos 50 anos.

“Os resultados desse projeto se traduzirão através de benefícios econômico-financeiros na conta de energia elétrica e também do ponto de vista ambiental, reduzindo as emissões de carbono”, afirmou o coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Energia e Planejamento Energético (NIEPE), Ivo Leandro Dorileo.

(Com Assessoria)

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